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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Educação, trabalho e tecnologias: ações e implicações na formação docente para a educação de pessoas com deficiência

Artigo publicado no Boletim Técnico Senac. Destaque para a representação gráfica de síntese para a criação e objetos de aprendizagem acessíveis, adaptado das diretrizes de Macedo (2010).
Disponível em: http://www.bts.senac.br/index.php/bts/article/view/39.







domingo, 2 de outubro de 2016

O Que é um autor? - Santaella (2007) - mapa

7.1 O que é um autor? (SANTAELLA, 2007)

A ideia central do tópico é discutir a autoria no contexto das tecnologias interativas. Entretanto o tema está inserido na discussão mais ampla do capítulo que trata sobre o estilo na cultura pós-humana.

O texto foi escrito para os estudiosos da Comunicação e suas relações com o mundo digital, relevante para diversas áreas, entre elas, Sociologia e Tecnologia. O tema é atual, as provocações contribuem para a reflexão sobre as transformações no processo de autoria.

A autora argumenta a necessidade de novas competências para o mundo digital uma vez que a autoria deixa de ser individual para ser coletiva.

A autora apresenta a caracterização das funções de autor de acordo com uma linha histórica do Romantismo até o século XX na visão de Foucault; os problemas de autoria nas mídias, na visão de Foucault e Barthes e exemplos das novas escrituras.  

O texto está organizado em três tópicos: (1) O que é o autor?, (2) A morte do autor e (3) Autorias coletivas e públicas. O primeiro discute as funções do autor, as diferenças no reconhecimento da autoria no campo literário e no campo científico. No segundo, discute a crise da autoria a partir da escrita, atribuindo uma visão funcionalista que delimita, exclui e seleciona o que impede a livre circulação. A autora sinaliza os problemas de autoria presentes nas mídias digitais que foram antecipados por Foucault e Barthes nos anos 1970. Ela sinaliza também que a liberdade da ficção começa a aparecer nos jogos digitais de RPG (MMORPG) no qual aparecem universos e realidades ficcionais, independente dos usuários estarem conectados ou não. Por fim, no terceiro, discute as tecnologias e dispositivos inteligentes. A digitalização possibilitou novas formas de escrita que passou a ser colaborativa, cooperativa e multidisciplinar visto que envolve cientistas, artistas e técnicos no processo para a construção de uma história.

Santaella a partir das funções do autor e das mudanças ao longo do tempo desenha as transformações no papel do autor e na caracterização do que é obra, provocadas pela interatividade e pelo relacionamento bidirecional onde produtor e espectador remixam a obra. A comparação da estrutura do cinema que envolve artistas e técnicos foi bem esclarecedora para transpor a ideia para o mundo digital.

Como pontos positivos, a visão histórica permitiu a compreender da origem das regras de  propriedade de autoria. As questões de Autoria coletiva e pública possibilitou criar ligações com as propriedades dos ambientes digitais (MANOVICH, 2001; MURRAY, 2003) e dos processos coletivos de produção (MANOVICH, 2005; JENKINS; GREEN; FORD, 2014).

Como ponto negativo, aponto a minha fragilidade para o estilo de escrita da Santaella. Em alguns momentos tenho dificuldades para traçar uma linha de entendimento. Preciso retomar várias vezes, mas acredito que com a prática poderei melhorar esse aspecto.

Para o meu trabalho no campo da Educação, aplica-se considerar no design instrucional, o planejamento das situações de aprendizagem que envolvam criação coletiva. No tecnológico, aplica-se a pensar no desenvolvimento de recursos e artefatos que propiciem essa construção.

As etapas de realização desta síntese foram: leitura do texto, elaboração do mapa [O que é um autor - Santaella] e elaboração do texto seguindo o roteiro de leitura crítica.


Referências

JENKINS, H.; GREEN, J.; FORD, S. Cultura da Conexão. Criando valor e significado por meio da mídia propagável. São Paulo: Aleph, 2014.
MANOVICH, L. Principles of New Media. In: MANOVICH, L. The Language of New Media. Cambridge MA: MIT Press, 2001. p. 27-48.
MANOVICH, L. 2. Interfaz. In: MANOVICH, L. El lenguaje de los nuevos medios de comunicación – La imagen en la era digital. Fontrodona. Trad. Oscar Fontrodona. Barcelona: Ediciones Paidós Ibérica, 2005. p. 111-168.
MURRAY, J. Da forma aditiva para a expressiva. In: MURRAY, J. Hamlet no Holodeck. São Paulo: Unesp, 2003.
SANTAELLA, L. O fim do estilo na cultura pós-humana. In: SANTAELLA, L. Linguagens Líquidas na Era da Mobilidade. 2ª Reimp 2014. ed. São Paulo: Paulus, 2007. Cap. 2, p. 468.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Mídia e Educação


Mídia e Educação

16:58 em 19/04/2012 363 visualizações
Confira a vídeo aula sobre “Mídia e Educação” com a pedagoga e mestre em educação Ana Gabriela Borges. O vídeo aborda as principais premissas pedagógicas e metodológicas do uso dos meios de comunicação nos processos de ensino e aprendizagem.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Oportunidades



Pense grande

sábado, 24 de setembro de 2011

Mapa: 5. Conhecimento, Mídia e Semiótica na Área de Mídia do Conhecimento - Richard Perassi Luis de Sousa

Conhecimento, Mídia e Semiótica na Área de Mídia do Conhecimento
Richard Perassi Luiz de Sousa

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Contextualização [mapa]
  1. O que indica a expressão mídia do conhecimento?
  2. Qual a relação entre Engenharia do conhecimento, Gestão do conhecimento e Mídia do conhecimento?
  3. O que a Mídia do Conhecimento desenvolve?
  4. Qual a etimologia da palavra organização?
  5. O que é um sistema? Onde o conceito se aplica?
  6. Como os sistemas se dividem?
  7. Qual a atuação dos agentes ou atores?
  8. Qual o objeto de estudo das mídias nas organizações?
  9. O que compõe um ambiente? O que os agentes utilizam?
  10. Quais as categorias das mídias?
  11. Qual a diferença entre a mídia de informação de mídia de conhecimento?
  12. O que são agentes tecnológicos inteligentes?
  13. Qual a relação entre os sistemas humanos e a geração de conhecimento organizacional?
  14. Onde o conhecimento está armazenado? Quais as características?
  15. Qual o conceito de conhecimento para Stonoeveska-Slaveba?
  16. Quais os tipos de conhecimento segundo Nonaka?
  17. Qual a dinâmica de organização do conhecimento, considerando os estados interno e externo?
  18. Como o ocorrem os processos de organização das pessoas com relação ao conhecimento?
  19. Qual a característica da mídia passiva? E da ativa?
  20. Qual a característica dos agentes tecnológicos inteligentes?
  21. O que são agentes tecnológicos do conhecimento? Quais as funções?

    Conceituação [mapa]
  22. Mídia
  23. As variações do termo
  24. Mídia como suporte de informação
  25. Mídia e comunicação
  26. Quais os elementos do sistema de comunicação?
  27. Quais os códigos da comunicação telefônica?
  28. Por que Shannon foi criticado?
  29. Por que o sistema telefônico é considerado um agente ativo no processo de comunicação?
  30. Quais as camadas do processo de comunicação?
  31. Qual a mudança no uso da comunicação pelas pessoas?
  32. Qual a relação entre integração e convergência digital?
  33. De que depende a gestão do conhecimento?
  34. Qual(is) o(s) objetivo(s) de uma ação comunicativa? De que forma ocorre?
  35. Como a acontece na ação pedagógica? Como se aplica na gestão organizacional?
  36. Que produtos foram e são desenvolvidos visando atender as demandas organizacionais?

    Discussão
  37. Qual a visão dos teóricos da IC do ponto de vista externo? Qual(is) a(s) característica(s)?
  38. Qual o conceito de ruído?
  39. Do ponto de vista interno quando um sinal é considerado informação?
  40. Qual o conceito de valor de atração e valor de atenção?
  41. Qual o propósito do estudo do ponto de vista interno?
  42. Qual a característica do ponto de vista interno?
  43. Quando um agente tecnológico identifica uma informação?
  44. Quais as características das visões interna e externa?
  45. Como se dá a validação de um conhecimento?
  46. Quando um conhecimento é considerado verdadeiro e igualmente válido?
  47. Na perspectiva externa, como considerar o conhecimento em uma mídia?
  48. Qual a relação de valor de um conteúdo?
  49. Qual a diferença entre sinal – informação – conhecimento?
  50. Na perspectiva dos agentes tecnológicos, o que se considera reconhecimento?
  51. Quais as instâncias de significação?
  52. Como se estabeleceu a cultura tecnológica?
  53. Qual o papel dos agentes humanos na relação com os agentes tecnológicos?

    Semiótica e Mídia do Conhecimento
  54. Qual a contribuição da semiótica aplicada ao estudo da mídia?
  55. Qual o papel do agente sócio-humano na relação das formas?
  56. Formas mentais – pensamento – linguagem – comunicação
  57. Pensamento – fala
  58. O que é o signo dualista?
  59. Signo triádico – quais os componentes e suas funções?
  60. Como Peirce coloca a relação as linguagens?
  61. Como se caracteriza a relação conflituosa no processo de comunicação?
  62. Como Peirce categorizou os signos?
  63. O que é retórica?
  64. O que é considerado em uma semiótica da mídia?
  65. O que levou os teóricos a se interessarem pela mídia eletrônico–digital?
  66. O que surgiu no pensar sobre a integração do processo tecnológico da comunicação?
  67. Quais são as linhas interativas de estudos semióticos?

    Estruturação e ampliação do conceito de conhecimento
  68. Como uma substância expressiva será valorada?
  69. Que tipo de valor caracterizam sinais e signos?
  70. Como conceituar conhecimento?
  71. Qual o significado de expressão?
  72. Como se dá a relação do conhecimento e as experiências novas e anteriores?
  73. Nem sempre o termo conhecimento é verdadeiro e conseqüente, então, o que quer dizer nesse sentido?
  74. Codificações próprias
  75. Relações de integração, associação ou exclusão – conhecimentos intrísecos
  76. Esquemas codificadores, seletivos e interativos
  77. Palavras chave associadas aos dados e informações
  78. Sistemas de seleção e associação – sistemas de conhecimento
  79. Possibilidade de se configurar e perceber o conhecimento no contexto da mídia.

sábado, 10 de setembro de 2011

Mapa: 4. Mídia e Conhecimento - Beat Schmid, Kate Stanoevska-Slabeva

Knowledge Media: An Innovative Concept and Technology Management in the Information Age - Beat Schmid, Kate Stanoevska-Slabeva

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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Uso de tecnologias nas escolas - 3

MGTV 1ª Edição

Escolas de Divinópolis usam tecnologia 3D e liberam jogos na sala de aula

Crianças e adolescentes estão adorando a novidade na sala de aula

1m39s



Uso de tecnologias nas escolas - 3

MGTV 1ª Edição

Escolas de Divinópolis usam tecnologia 3D e liberam jogos na sala de aula

Crianças e adolescentes estão adorando a novidade na sala de aula

1m39s



Uso de tecnologias nas escolas - 2


MGTV 1ª Edição

Escolas de Belo Horizonte criam normas para uso de tecnologia

Os celulares são cada vez mais comuns nas salas de aula. Algumas escolas tiveram que criar regras para o uso dos aparelhos eletrônicos para evitar problemas.

3m24s


Uso de tecnologias nas escolas - 1

Bom Dia Brasil

Escolas americanas abrem mão dos livros e usam a tecnologia para ensinar

Todos estudam conectados à grande rede. O conteúdo, que estava nos livros, foi para páginas dos professores na internet. O projeto foi desenvolvido por especialistas para ajudar a aumentar a quantidade de estudantes que vão para as universidades.

2m50s





quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Novas mídias: A Hipermídia e a sua roteirização - Gosciola - Cap. 1

Novas mídias: A Hipermídia e a sua roteirização - Gosciola - Cap. 1

Tópicos abordados:

  1. Quais capacidades a tecnologia digital amplia? Já nasceram os grandes criadores de hipermídia?
  2. Questões inquietantes:
    "Já foram produzidas obras que ralmente exploram toda a expressividade desse meio relativamente novo?
    Já é conhecido todo o alcance da expressividade desse meio?
    Já foram superados todos os desafios em transformar tal meio em fluente plataforma de comunicação?
    Já form potencializados todos os seus mecanismos de comunicação?
    Já se exige um apuro de linguagem no desenvolvimento de uma obra em hipermídia?"
  3. Investigar aspectos da linguagem hipermídia antes do roteiro
  4. O que é e qual é o contexto em que se encontra a hipermídia?
  5. Qual o poder da convergência das tecnologias?
  6. O que previu Paul Otlet?
  7. O que é autoração?
  8. O que é a roteirização?
  9. Qual a aplicação?

    A hipermídia como mídia e sistema de comunicação
  10. O que é mídia?
  11. O que é meio de comunicação?
  12. O que é comunicação?
  13. Homo ludens - symbolicum
  14. Animal simbólico - homo videns - homo media
  15. Qual o processo de comunicação adotado?
  16. Comunicação de massa
  17. Os meios e seus suportes
  18. Narrativa impressa para narrativa não linear - 5 séculos e meio

    Distinguinto a hipermídia de texto, hipertexto e multimídia
  19. Diversas interpretações para hipermídia
  20. Quais os atributos do texto?
  21. Hipertexto - elos semânticos - não linear
  22. Elementos do hipertexto
  23. Hipertexto - visão tecnológica
  24. Multimídia - integração? comunicação? navegação?
  25. Cibertexto - variação do hipertexto?
  26. Padrão do hipertexto - qual?
  27. As mudanças na estrutura literária
  28. Qual a melhoria que a hipermídia promove?
  29. Quais as formas da palavra digital?
  30. Qual a contribuição das linguagens script?
  31. O percurso pessoal do leitor
  32. O controle - será?
  33. Sucessõse expositivas como guia
  34. Hipermídia como extensão da noção do texto em hipertexto com a inclusão de informações visuais, sonoras e outras formas de dados.
  35. Hipermídia - conteúdo de hipertexto é ampliado com som digitalizado, animação, vídeo, RV e 3D.
  36. Diferença entre hipermídia e multimídia - volume e interatividade
  37. Como deve ser a formação do profissional em hipermídia
  38. Analogia entre o autor da narrativa digital e o coreógrafo
  39. Como a hipermídia está definida para este livro?
  40. A que se aplica?
  41. Definição de hipermídia
  42. Hipermídia como agregador de linguagens
  43. O que é roteirizar uma obra hipermídia?
  44. Questões:
    "Para o que o realizador de hipermídia deve estar atento ao roteirizar?
    Projetar e produzir uma obra em hipermídia é o que está acima deste ou daquele software?"
  45. "Achar modos para dizer exatamente o que estamos vendo" - Michael Joyce
  46. Para agir (interagir) com o objeto na interface -> achar modo de dizer o que, com o que, como...
  47. Por que estudar o link?
  48. De que forma a TV deixa de ser multi para ser hipermída?
  49. Qual a relação entre o usuário e o produto baseado em tecnologia digital a partir dos conceitos hipermídia e multimídia?

    O roteiro na evolução da cultura da hipermídia
  50. Protohipermídias
  51. Convergência das mídias -> síntese das linguagens

    A escrita e a literatura para a hipermídia
  52. Historicamente quais os períodos de desenvolimento da escrita?
  53. Qual a característica da escrita das idéias?
  54. Escrita -> meio de comunicação visual
  55. Escrita -> hipermídia <-> meio visual - meio audiovisual
  56. Qual a característica da escrita sintática?
  57. Qual a característica da escrita analítica?
  58. Pictograma - Ideograma <-> Silabário - Alfabeto
  59. Quais as evidências da não linearidade na leitura nos tempos antigos?
  60. Como era essa leitura?
  61. Qual a característica da escrita silábica?
  62. A evolução do alfabeto
  63. Qual a característica da escrita romana?
  64. Quais as formas de escrita a partir da evolução para o desenho?
  65. Qual(is) as consequências da evolução para os processos comunicacionais?
  66. Sociedade das massas - arte das massas
  67. A que atende a multiplicidade da arte?
  68. Qual o mecanismo interno à multiplicidade?
  69. Arte permutacional
  70. O primeiro livro ilustrado
  71. Comenius -> imagem em processos educacionais
  72. Qual a contribuição para a didática?
  73. Quais as correntes da literatura não linear?
  74. Qual a contribuição do concretismo?
  75. Dom Quixote - leitura como um mapa - não linear
  76. Leitura em rede - leitura circular
  77. Malba Tahan - trânsito em planos narrativos
  78. Técnica cut-up - fragmentário - qual a dinâmica?
  79. Qual o significado de uma narrativa aberta?
  80. Exemplos de leituras não lineares que compõem uma única história



Veja também:

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Roteiro para novas mídias: do cinema às mídias interativas - Gosciola - Apresentação

Roteiro para novas mídias: do cinema às mídias interativas - Gosciola - Apresentação

Tópicos abordados:
  1. Qual o ponto de alinhamento para as novas mídias?
  2. Qual o conceito adotado de hipermídia?
  3. Qual o foco do estudo?
  4. Qual o propósito?
  5. Qual a característica da obra midiática?
Introdução:
  1. O que é contar histórias?
  2. Qual o conceito de obra e de obra prima?
  3. Qual o diferencial das novas mídias? Qual o sinônimo?
  4. Qual a diferença?
  5. O que acontece com a narrativa?
  6. Como se chama aquele que esá em contato com as novas mídias?
  7. O que é um interator?
  8. Qual o conceito de interator e novas mídias?
  9. Como conceituar novas mídias e hipermídia?
  10. Qual a diferença na contação de história em multimídia e nas mídias tradicionais?
  11. O que significa hibridizar?
  12. Qual a definição de audiovisual, segundo Bettetini?
  13. Qual a relação com os sentidos?
  14. Como lidar com tamanha complexidade?
  15. Quais os procedimentos?
  16. A hipermídia como novo paradigma de comunicação
  17. Teoria do conhecimento complexo
  18. Qual a proposta?
  19. Hipermídia -> composição dos meios -> potencialização da comunicação
  20. Como lidar para garantir a unicidade da obra?
  21. Imagem - roteiro - rompimento da linearidade da expressão
  22. Roteirização de sites
  23. Roteiro de produções hipermidiáticas -questões de comunicação
  24. Sentido - qual o sentido do objeto? Qual o conceito de comunicação?
  25. O que é hipermídia para o livro?
  26. Como a hipermídia se materializa?
  27. O que é uma hipermídia que não está em uso?
  28. Como se dá o estudo?
  29. A organização dos assuntos
Conceitos relacionados
  • Interator - Janet Murray (1998)
  • Audiovisual - Gianfranco Bettetini (1996)
  • Conceito de novas mídias - Lev Manovich (2001)
  • Narrativa direta em uma história multimídia - Rolando De Wolk (2001)
  • Hipermídia como novo paradigma da comunicação - Thomas Kuhn (1998)
  • O emprego de termos de um modo preciso - Ludwig Wittgenstein (1996)
  • Potencialidade da hibridação dos meios - Marshall McLuhan (1998)
  • A imagem como roteiro - Luli Radfahrer (2000)
  • O sentido do objeto e suas relações com outros objetos - Hans Ulrich Gumbrecht (1998)
Comentários
  • Novo olhar sobre o tema. Foi bomver e rever os conceitos básicos e suas relações. Desconstrui alguns deles para compor um novo formato.
  • Alguns aspectos vale a pena repetir:
    - O foco nas relações criadas do que nos objetos (significado e interpretação)
    - Diferenciação - audiovisual, hipermídia e hipertexto
    - Conceito de "hibridação" - seria o mesmo de transmídia?
    - A relação sensorial - onde fica a abstração?
Relação com a prática
  • Interator -> os itinerários formativos?
  • Conhecimento complexo - ligação de cada informação e cada conhecimento ao seu contexto -> aprendizagem significativa?
  • A mudança dos formatos dos livros na Bienal -> do impresso para o interativo (Bienal de São Paulo 2010- livro eletrônico)


[1] Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias interativas, de autoria de Vicente Gosciola, professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi. O livro desenvolve reflexões e análises sobre a estrutura narrativa e sua roteirização para os meios audiovisuais, desde o cinema até as mídias interativas, como sites e games.

domingo, 25 de abril de 2010

Narrativas em "Digital Storytelling" - Olga Baily

Narrativas em Digital Storytelling
Entrevista de Olga Baily para o Globo Universidade, em 1/3/2010.

Tópicos abordados:
  1. As motivações da professora para o estudo de mídias alternativas
  2. Qual o significado do termo "celebração da tecnologia"?
  3. Em que situações a tecnologia resolve os problemas educacionais?
  4. As experiências da pesquisadora
  5. "De que forma a comunicação pode atingir um nível mais amplo além da comuniade onde as mídias alternativas são implementadas?"
  6. O que são os "guetos de comunicações alternativas"?
  7. Como funcionam os "nós"?
  8. O que é a comunicação transnacional?
  9. O que é a comunicação alternativa?
  10. Qual a comparação entre as experiências da ONG Cultura Com e a Digital Storytelling?
  11. O que se faz necessário?
  12. "... existe alguma tendência de intercessão entre a grande mídia e a mídia alternativa?"
  13. "Quais as principais consequências dessas mudanças na comunicação?"
  14. Qual o papel do contador de histórias? Quais as implicações?
  15. Quais os desafios?
    - entender os processos de mediação entre as mídias alternativas e a vida cotidiana
  16. "No Encontro Nacional de História da Mídia, a senhora afirmou que contar histórias é o cerne da comunicação. Conversar, assim, sem embevecimento com a tecnologia, traz a ênfase para o ser humano se apropriar de valores e expressar suas verdades. Como levar essa articulação ao nível mais amplo da sociedade?"
  17. Que benefícios emergem da experiência africana?

Disponível em: http://globouniversidade.globo.com/GloboUniversidade/0,,AA1708806-8745,00.html. Acesso: 25/4/10.