Mapa das leituras:
1. Tipos e Relações de distância em cursos online
2. Interação, interatividade, tecnologias interativas e redução de distâncias em cursos online.
Esta imagem foi capturada a caminho da praia de Uruaú, Beberibe/Ceará.
O fio da teia de aranha é um belo exemplo de tecnologia construída pela natureza.
Quem sabe nos ajude a refletir o tema ...
Quantos ensinamentos podemos aprender, só observando.
Por isso, pare, respire e olhe.
Contemple os pequenos sinais ao redor.
Espaço para registro de experiências no estudo das Mídias na Educação de Lane Primo aberto a comentários, contribuições e sugestões.
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domingo, 8 de setembro de 2013
domingo, 10 de julho de 2011
Redes de Conhecimento e a Formação a Distância - Gianna O. B. Roque
Mapa conceitual do artigo publicado na Revista Boletim Técnico Senac
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Veja também:- Redes de Conhecimento e a Formação a Distância - Gianna O. B. Roque - Artigo - versão pdf. Acesso: 10/7/11.
- Redes Sociais e as discussões - http://miditizandoci.blogspot.com/2010/05/redes-sociais-e-as-discussoes.html - Acesso: 10/7/11
- Cração de redes de conhecimento - http://multimeioseducacao.blogspot.com/2009/11/criacao-de-redes-de-conhecimentos.html - Acesso: 10/7/11
- Neurometria: uma metodologia para análise de redes sociais - http://www.neuroredes.com.br/site/artigos/neurometria.htm - Acesso: 10/7/11
Marcadores:
educação flexível,
interatividade,
rede
terça-feira, 2 de setembro de 2008
O quanto de "C" há na sua vida? - Rafinha 2.0 - Interatividade
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg
Acesso: 2/9/08
Tempo: 9min36s
Dica: tenha um pouco de paciência, aguarde a descarga do vídeo e depois assista. Se necessário aumente o áudio. Para isso, suba o controle na barra deslizante que está ao lado do tempo.
O quanto de “C” há na sua vida? O quanto é natural no seu cotidiano?
Para alguns termos desconhecidos, consulte o site Olhar digital. Use o mecanismo de busca.
domingo, 9 de dezembro de 2007
Resumo: Interação e interatividade - Marco Silva
Interação e interatividade [1]
Nesse capítulo o autor faz um levantamento bibliográfico acerca dos conceitos de interação e interatividade. No início relata duas críticas comumente encontradas: a primeira está relacionada ao uso da palavra “interatividade” como argumento de vendas sem levar em consideração a complexidade do termo no campo da comunicação; a segunda, refere-se ao conceito de “interação” que se encontra presente em várias áreas do conhecimento como Física, Química, Sociologia, Biologia, Comunicação entre outras, tornando-o, portanto, polissêmico e vasto.
Em um dos tópicos atribui a “interação” um caráter redutor por facilitar a coesão e buscar estabilidade e equilíbrio.
Noutro tópico, aponta crítica à conotação restritiva desse termo e difere os conceitos segundo perspectivas temporais. Enquanto a interação é uma comunicação bilateral e esquematizável; a interatividade é uma comunicação discursiva que sofre influência afetiva e cognitiva, evoluindo ao longo do tempo.
Na visão interacionista, alguns autores atribuíram ao termo interação aspectos, tais como: motivação, predisposição e complexidade. Segundo Goffman e Strauss, na interação há previsão, cálculo e controle das ações.
No último tópico, alguns questionamentos foram levantados para tentar explicar as razões pelas quais os informatas transmutaram o termo “interação” para “interatividade”. E, finaliza, dizendo que não há necessidade de gerar conflitos, pois os termos possuem vantagens comuns.
Comentário sobre o texto:
Considerei densa a leitura desse texto. Tive uma certa dificuldade para entendê-lo. Por outro lado, ele me fez rever meus conceitos. Sempre atribui, até então, um significado mais técnico a interatividade, vinculando–o a uma relação homem-máquina (ou software), sem levar em conta a complexidade que envolve os aspectos comunicacionais. Da mesma forma, antes eu considerava “interação” muito mais voltado às relações humanas, mesmo que mediadas por meios tecnológicos.
Depois do estudo desse texto e analisando as minhas práticas como tutora de cursos virtuais, percebo que interatividade é mais ampla. Atribuo isso ao caráter de construção e imprevisibilidade que, inclusive, é relatado no capítulo. Essas evidências aparecem quando em um chat ou em um fórum, o discurso se abre em vários leques de assuntos que são ligados entre si por um fio bem sutil capazes de gerar novos pontos.
[1] Interação e interatividadeMarcos Silva - Sala de aula interativa – p. 92-99.
Data de acesso: 26/6/07
[2] O autor, Marco Silva, é sociólogo, mestre e doutor em educação, professor da UERJ e da UNESA, desenvolve pesquisa sobre a interatividade aplicada ao ensino presencial e à distância com desdobramentos nos campos da sociologia, da arte, do mercado e das tecnologias digitais.
Fonte: Site - http://www.saladeaulainterativa.pro.br/curriculum.htm. Acesso: 2/7/07
Marco Silva [2]
Nesse capítulo o autor faz um levantamento bibliográfico acerca dos conceitos de interação e interatividade. No início relata duas críticas comumente encontradas: a primeira está relacionada ao uso da palavra “interatividade” como argumento de vendas sem levar em consideração a complexidade do termo no campo da comunicação; a segunda, refere-se ao conceito de “interação” que se encontra presente em várias áreas do conhecimento como Física, Química, Sociologia, Biologia, Comunicação entre outras, tornando-o, portanto, polissêmico e vasto.
Em um dos tópicos atribui a “interação” um caráter redutor por facilitar a coesão e buscar estabilidade e equilíbrio.
Noutro tópico, aponta crítica à conotação restritiva desse termo e difere os conceitos segundo perspectivas temporais. Enquanto a interação é uma comunicação bilateral e esquematizável; a interatividade é uma comunicação discursiva que sofre influência afetiva e cognitiva, evoluindo ao longo do tempo.
Na visão interacionista, alguns autores atribuíram ao termo interação aspectos, tais como: motivação, predisposição e complexidade. Segundo Goffman e Strauss, na interação há previsão, cálculo e controle das ações.
No último tópico, alguns questionamentos foram levantados para tentar explicar as razões pelas quais os informatas transmutaram o termo “interação” para “interatividade”. E, finaliza, dizendo que não há necessidade de gerar conflitos, pois os termos possuem vantagens comuns.
Comentário sobre o texto:
Considerei densa a leitura desse texto. Tive uma certa dificuldade para entendê-lo. Por outro lado, ele me fez rever meus conceitos. Sempre atribui, até então, um significado mais técnico a interatividade, vinculando–o a uma relação homem-máquina (ou software), sem levar em conta a complexidade que envolve os aspectos comunicacionais. Da mesma forma, antes eu considerava “interação” muito mais voltado às relações humanas, mesmo que mediadas por meios tecnológicos.
Depois do estudo desse texto e analisando as minhas práticas como tutora de cursos virtuais, percebo que interatividade é mais ampla. Atribuo isso ao caráter de construção e imprevisibilidade que, inclusive, é relatado no capítulo. Essas evidências aparecem quando em um chat ou em um fórum, o discurso se abre em vários leques de assuntos que são ligados entre si por um fio bem sutil capazes de gerar novos pontos.
[1] Interação e interatividadeMarcos Silva - Sala de aula interativa – p. 92-99.
Data de acesso: 26/6/07
[2] O autor, Marco Silva, é sociólogo, mestre e doutor em educação, professor da UERJ e da UNESA, desenvolve pesquisa sobre a interatividade aplicada ao ensino presencial e à distância com desdobramentos nos campos da sociologia, da arte, do mercado e das tecnologias digitais.
Fonte: Site - http://www.saladeaulainterativa.pro.br/curriculum.htm. Acesso: 2/7/07
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