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domingo, 10 de janeiro de 2010

Cap 3 - Comunidades e Redes Virtuais - Lincoln

Cap 3 - Comunidades e Redes Virtuais - Lincoln [1]

Tópicos abordados

Introdução
  1. Comunidade - questionamentos do autor:
    "- o que significa o termo?
    - quais as suas origens, suas implicações?
    - por que tem sido tão utilizado ultimamente?
    - seria um termo adequado aos nossos dias?
    - qual a sua contribuição para a compreensão e melhoria da qualidade das interações humanas?"
  2. Rede - questionamentos do autor:
    "- como o termo passa a associar-se a pessoas?
    - qual a utilidade desta conceituação para o esclarecimento do termo "comunidade"?"

    3.1. O conceito de comunidade
  3. Características da comunidade (Tönnies)
  4. Comunidade oposto a sociedade
  5. Comunidade = identidade coletiva, sociedade = personalidade individual
  6. Manifestações das formas de associação
  7. Comunidade (Weber) - emoção, afetividade, tradição.
  8. Comunidade e sociedade como situação do indivíduo
  9. Afiliação com base em proximidade, homogeneidade relativa e familiaridade.
  10. Diferenças que caracterizam e distinguem as comunidades (Dewey)
  11. Comunidade como forma de organização social
  12. Comunidades imaginadas - construções históricas e culturais específicas
  13. Sentimetos, similaridades e afeto como elementos de construção e não de definição de comunidade, como dinâmica de definição de quem paticipa ou não.
  14. Práticas de inclusão e exclusão
  15. Pertencimento
    3.1.1. Condições para a existência de comunidades
  16. Condições para a existência da comunidade (Burbules)
  17. Condições mediadoras
  18. Sobre a não neutralidade da mediação
  19. Mediação - comunicação (Dewey, Ellsworth)
  20. Mediação - prática de identidade
  21. Condição política - diferença -> diversidade; desacordo e conflito = oportunidade à convivência democrática.
  22. Diferença = pluralidade (Arendt)
  23. Acordos com interpretações diferentes -> riqueza
  24. Nem sempre a discussão e a participação política contitui uma comunidade (grupo unido voltado para o consenso - Torres, Morrow) - Habermas
  25. Espaço - público ou privado
    Lugar - espaço carregado de significações -> familiariedade, reconhecimento, ação de pesssoas sobre o espaço.
  26. Relação em dois sentidos:
    1 - pessoa transforma espaço em lugar
    2 - pessoas imaginam espaços em que podem alterar e transformar em lugar
  27. Comunidade -> lugar em que se estabelecem; modificam conforme o ineresse das pessoas.

    3.2. Das Comunidades às Redes Sociais
  28. Comunidades:
    Estrutura- piramidal -> comunicação verticalizada
  29. Estrutura de poder e privilégio
  30. Rede social - organização da sociedade (Both, Scherer-Warren, Castells)
  31. Rede social - estrutura: não há comando ou centralização - oposto à comunidade;
    nó - qualquer ponto autônomo -> há colaboração e os objetivos são atingidos através da vontade coletiva
  32. Redes locais e globais -> permanente interconexão
  33. Princípio da rede -> interligação própria ou com outras redes
    interligação = objetivos comuns (Whitaker)

    3.3. Comunidades Virtuais
  34. Comunidades virtuais são formadas através da internet. são similares a outros tipos de comunidades
  35. Mediação - além de disseminar informação e permitir comunicação. Ambiente de internet permite criar e distribuir.
  36. Potencialidades - criar, editar e publicar.
  37. Politicamente a internet não é neutra.
  38. Característica forte da comercialização - inclusão/exclusão
  39. O espaço pode ser adentrado por meio de senhas, sistemas de moderação e propriedade.
  40. Orkut/Yahoo
  41. Obtenção das informações
  42. A vigilância
  43. A cessão do direito de privacidade
  44. As cláusulas contratuais

    3.4. Das comunidades virtuais às redes sociais virtuais
  45. Internet - oportunidade para desenvolvimento de relações importantes entre pessoas.
  46. Redes sociais virtuais - redes montadas pelas escolhas e estratégias de atores sociais (indivíduo, famílias ou grupos) - Castells
  47. Redes sociais virtuais - comunidades online - comunidades de prática
  48. Comunidades online (Preece) - pessoas que interagem socialmente em um ambiente virtual para satisfazer necessidades ou desempenhar papéis especiais como liderança ou mediação. É preciso ter acordos para que se guiem.
  49. A força dos relacionamentos nas comunidades virtuais (ligados aos valores) é menor em favor de uma sociabilidade voltada para a determinação de normas comuns de atuação (ênfase maior).
  50. A posição de Preece revela uma abordagem instrumental -> racionalidade técnica -> base nos princípios de produtividade, eficiência e eficácia dos objetivos estabelecidos.
  51. Tipos de sociabilidade para o sucesso de comunidades online - 3 componentes: objetivo, pessoas e normas.
  52. Proposta - horizontal nas relações interpessoais voltadas para a transformação e a interligação com outras redes. Vale lembrar os objetivos de formação da rede: circulação de informação, formação dos membros, criação de laços de solidariedade, realização de ações em conjunto.
  53. Possibilidades associativas e ampliação para ações relacionaas aos objetivos de conhecimento

    Conclusão: redes sociais e virtuais
  54. As redes sociais como alternativas visíveis e viáveis de formação de um novo tipo de comunidade.
  55. Rede social virtual - virtual no sentido de real
    característica - inclusiva, poder descentralizado e aberto a ligação com outras redes
  56. Na educação, os programas educativos devem contemplar propostas pedagógicas inclusivas e abertas.
  57. Paradigma a ser rompido: formas pedagógicas caracterizadas pela mediação centrada no professor para mediação centrada no grupo
  58. Aprendizagem através de redes abertas - mediação baseada na intersubjetividade, leitura de mundo (Freire, Gomez) -> rede conceito central.

  • [1] Concepção e desenvolvimento de uma abordagem pedagógica para processos colaborativos a distância utilizando a internet. Tese. Fernando Lincoln.
  • Referencial: Tönnies, Weber, Dewey, Burbules, Both, Scherer-Warren, Castells, Whitaker, Arendt, Freire, Gomez.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mídia Educação - Cap 2 - Da Tecnologia à Comunicação Educacional - Belloni

Tópicos abordados:

  1. As TICs e os processos educacionais (análise, contribuições e lacunas)
  2. Integração das TICs à educação - dimensão como ferramenta pedagógica e como objeto de estudo
  3. Apropriação criativa das TICs pelo professor e pelo aluno
  4. O objetivo da educação para as mídias
  5. As definições da Unesco
  6. Os caminhos ou modos de integração das TICs aos processos educacionais
  7. Necessidade de construir cohecimentos sobre a produção social da comunicação
  8. Fenômenos: A mediatização da comunicação e da educação e os novos papéis e características dos atores principais (professores e alunos)

    A cibercultura e a metáfora do impacto

  9. As máquinas de comunicar
  10. A resistência à tecnologia vem desde Platão (invenção da escrita)
  11. Máquina do universo - inteligência coletiva
  12. O signo e a representação do real
  13. Frankenstein - visão apocalítica e pessimista
  14. Imersão / simbiose / navegação
  15. Meios de comunicação como escola paralela
  16. Os perigos e os riscos
  17. O que a metáfora do impacto ajuda a entender na educação
  18. A defasagem
  19. Qual a relação das tics com a violência juvenil?
  20. A cultura da simulação
  21. Realidade vivida e realidade virtual
  22. O risco da conformidade
  23. Simbiose homem/máquina

    A sociedade digitalizada

  24. As mudanças no estatuto social da informação
  25. A informação como moeda de troca
  26. As tics e a obsolescência da informação
  27. O que são as tics?
  28. Como compreende os impactos das tics na sociedade
  29. O que as pessoas fazem com os artefatos técnicos?
  30. Modificação: virtualidade da técnica ou opção política da sociedade?
  31. Ser virtual, ser rede - segundo a lógica da indústria cultural
  32. - "Quais as novas finalidades sociais da educação formal e não formal?
    - "Qual a escola que queremos?"
    - Que competências são necessárias para formar o cidadão do 3º milênio e seus professores?

    Tecnologias e educação

  33. A educação - crescimento em número e complexidade
  34. Qual o perfil do novo indivíduo e do trabalhador?
  35. Qual a ênfase nas mudanças da educação?
  36. A formação do indivíduo autônomo
  37. Os campos emergentes
  38. A questão do deslumbramento
  39. As pressões e as reações dos professores
  40. Os "ligados" e os resistentes
  41. Visão tecnocêntrica e antropocêntrica

    Mediatização: da tecnologia à comunicação educacional

  42. A mediatização das mensagems pedagógicas
  43. Os problemas da mediatização
  44. O que é mediatizar...
  45. ... do ponto de vista da produção de materiais pedagógicos
  46. ... da concepção das unidades dos cursos
  47. Os desafios da mediatilização
  48. As características da mediatização

    Novos professores, outros alunos

  49. Modos de aprendizagem mediatizada
  50. O papel do professor
  51. Aspectos cognitivos relacionados à autodidaxia
  52. - "Como utilizar a imagem como fonte de saber?"
    - "Como integrar este novo conhecimento adquirido pelos jovens frente às muitas telinhas?"
    - "A competência específica de leitura de imagens e sinais eletrônicos"
  53. A autodidaxia como característica dos modos de aprendizagem
  54. Andragogia, sociologia.
  55. O professor coletivo
  56. Ciberexcluídos - cibernáufragos

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mídia Educação - Cap 1- A mediação escolar indispensável para a cidadania - Belloni

Tópicos abordados:

Autodidaxia[1]: novos modos de aprender
  1. Autodidaxia
  2. A formação do cidadão competente
  3. O desafio de Mc Luhan - como e o quê se aprende por intermédio das mídias
  4. O que a criança consome
  5. Os hábitos do telespectador
  6. As aptidões desenvolvidas pelas crianças que assistem muita TV
  7. As capacidades cognitivas desenvolvidas pelas crianças
  8. A comparação entre a TV, os games e as TICs
  9. O que a autonomia no conato com as mídias provoca
  10. Os riscos
  11. O impacto do avanço tecológico sore os processos e instituições sociais
  12. Os desafios - intervenção x reflexão
  13. O perfil do público: utilizador ou consumidor?
  14. O papel da escola

    Dupla dimensão da integração das TICs na educação: mídia-educação e comunicação educacional

  15. Questões:
  16. - "Como a instituição escolar vai lidar com este novo desafio?
    - Como compreender os impactos muito fortes e específicos do avanço tecnológico neste campo, sobre processos e instituições relativos às estruturas simbólicas da sociedade: educação, comunicação, lazer, imaginário, cultura?"
  17. As megatendências:
    - demandas educacionais ampliadas
    - convergência dos paradigmas presencial e a distância
    - transformação nos papéis: professor coletivo e multicompetente - estudante autônomo
    - integração das tecnologias
    - mediatização do processo de ensino-aprendizagem
  18. Dimensões a serem consideradas:
    - ferramentas pedagógicas
    - abordagens criativas, críticas e interdisciplinares
  19. Novas áreas de estudo e pesquisa:
    - Mídia educação ou educação para as mídias
    - comunicação educacional ou educomunicação

    Por que ensinar as mídias?

  20. Len Masterman (1993) aponta 7 razões principais:
    - consumo
    - importância ideológica
    - gestão da informação nas empresas
    - mídia nos processos democráticos
    - comunicação visual
    - compreensão da época pelos jovens
    - privatização das tecnologias da informação
  21. O papel da escola no combate às desigualdades sociais
  22. Como a instituição escolar irá responder a este desafio?

[1] Autodidaxia: segundo Houaiss, mesmo que autodidatismo -
1
ato de estudar e adquirir instrução por si mesmo, dispensando a orientação de professores
2 qualidade de autodidata

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A seqüência Fedathi como proposta metodológica pedagógica de Mediação na Relação Ensino-Aprendizagem [...] - José Rogério Santana

Uma análise sobre o papel de professor no ensino com base nos pressupostos de Vigotsky
José Rogério Santana [1]


1) Tópicos Abordados:
1.1. O que é a Seqüência Fedathi

  • A origem, a essência, como foi ampliada.
  • Os conceitos associados:
    - situações didáticas
    - contrato didático
    - transposição didática
    - engenharia didática
  • As fases da Seqüência Fedathi:
    - tomada de posição
    - maturação ou debruçamento
    - solução
    - provação ou justificação

1.2. A seqüência Fedathi como um processo de mediação com base em Vigotsky

  • A mediação, segundo Vygotsky.
  • A linguagem como elemento organizador
  • O significado
  • A mediação cultural na escola sócio-histórica
  • Artefatos culturais como instrumentos
  • A relação entre mediação cultural e artefato cultural
  • Alguns questionamentos
  • A relação docente/discente no contexto do paradoxo escolar, segundo Freire.
  • A relação ensino-aprendizagem
1.3. Considerações finais

2) Referencial teórico
  • Resolução de problemas - Polya
  • Situações didáticas - Brosseau (Machado)
  • Contrato didático - Brosseau (Machado/Pais)
  • Transposição didática - Khuer, Chevallard (Pais)
  • Engenheira didática - Artigue
  • Seqüência Fedathi - Souza
  • Mediação, Pensamento verbal - Vygotsky
  • Mediação Cultural - Cole
  • Relação docente/discente - Freire

3) Apreciação


4) Contribuições


5) Relação com a prática

6) Para saber mais:

[1] José Rogério Santana - Aluno da Disciplina Teorias da Educação FACED/UFC. 2002.2

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Mídia e Mediação Educativa - 25/1/08

Mídia e Mediação Educativa - p. 60-79

Remoto Controle [1]

Tópicos Abordados:

Entrevista Prof. Guillermo Orozco Gomes


  • Homo sapiens x Homo videns?
  • Relação dos jovens da era virtual x livro x tradição cultural
  • Influência dos formatos e da linguagem frenética da TV para jovens (estética do videoclipe)
  • Modernizar a escola ou os programas de TV para o público jovem?
  • Necessidade de política midiática na escola
  • Políticas públicas de educação de jovens na era virtual

Formato e linguagem

  • Questões sobre o debate TV ou livro - linguagem audiovisual ou escrita.
  • Público jovem e a linguagem
  • Dimensões da qualidade da produção de programas educativos
  • As características da narrativa
  • A relação conteúdo e forma
  • A participação de crianças e jovens
  • O envolvimento do jovem na produção de linguagens audiovisuais
  • O que considerar audiovisual? Qual a essência?
  • Os sete conceitos de qualidade na TV: perspectiva técnica, identificação da audiência, estética, ecologia, poder de mobilização , diferenças e multicultura.
  • A linguagem do jovem
  • O jogo e o videogame
  • A pedagogia do prazer
  • A linguagem do videoclipe
  • A relação do videoclipe com o cinema, a tendência de produção, a natureza gráfica de clipe, o grafismo.

Dilemas e estratégias de mercado

  • O poder na elaboração da programação
  • O que faz o público jovem ser atraente
  • A crítica à concepção dos programas para adolescentes
  • as diferenãs entre TV pública e comercial
  • Os desafios e os parâmetros da TV pública
  • As audiências para a TV pública e comercial

Mudança do perfil

  • A diferença entre a tV paga e a comercial
  • As características do público jovem
  • A crítica a TV paga
  • A mudança no mercado depois da TV paga
  • As dimensões de uma TV e seu significado
  • O saldo positivo ao longo do percurso

Comentários:

O capítulo faz parte de uma pesquisa desenvolvida por estudiosos da Comunicação e da Educação sobre dez programas da televisão brasileira dirigidos ao público jovem.

Alguns tópicos abordados são importantes para o meu estudo e chamaram a minha atenção, são eles:

  • Os sete conceitos de qualidade na tv que podem ajudar a criar relações do uso das mídias na EAD e, em breve, na TV Digital com este fim.
  • Um olhar mais crítico sobre o papel, as diferenças e as características das TVs paga, comercial e pública.
  • O despertar para os formatos e linguagens de meios como o jogo, o videogame e o grafismo televisual.
  • Uma reflexão sobre o que determina a programação e a responsabilidade sobre o seu conteúdo.

[1] Remoto Controle – Linguagem, Conteúdo e Participação nos Programas de Televisão para Adolescentes. ANDI, Unicef, Petrobras e Cortez Editora, 336p. www.cortezeditora.com.br.
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