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quarta-feira, 3 de abril de 2013

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Transmídia - para aprofundar

Links para leituras e busca de novas fontes:

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Novas mídias: A Hipermídia e a sua roteirização - Gosciola - Cap. 1

Novas mídias: A Hipermídia e a sua roteirização - Gosciola - Cap. 1

Tópicos abordados:

  1. Quais capacidades a tecnologia digital amplia? Já nasceram os grandes criadores de hipermídia?
  2. Questões inquietantes:
    "Já foram produzidas obras que ralmente exploram toda a expressividade desse meio relativamente novo?
    Já é conhecido todo o alcance da expressividade desse meio?
    Já foram superados todos os desafios em transformar tal meio em fluente plataforma de comunicação?
    Já form potencializados todos os seus mecanismos de comunicação?
    Já se exige um apuro de linguagem no desenvolvimento de uma obra em hipermídia?"
  3. Investigar aspectos da linguagem hipermídia antes do roteiro
  4. O que é e qual é o contexto em que se encontra a hipermídia?
  5. Qual o poder da convergência das tecnologias?
  6. O que previu Paul Otlet?
  7. O que é autoração?
  8. O que é a roteirização?
  9. Qual a aplicação?

    A hipermídia como mídia e sistema de comunicação
  10. O que é mídia?
  11. O que é meio de comunicação?
  12. O que é comunicação?
  13. Homo ludens - symbolicum
  14. Animal simbólico - homo videns - homo media
  15. Qual o processo de comunicação adotado?
  16. Comunicação de massa
  17. Os meios e seus suportes
  18. Narrativa impressa para narrativa não linear - 5 séculos e meio

    Distinguinto a hipermídia de texto, hipertexto e multimídia
  19. Diversas interpretações para hipermídia
  20. Quais os atributos do texto?
  21. Hipertexto - elos semânticos - não linear
  22. Elementos do hipertexto
  23. Hipertexto - visão tecnológica
  24. Multimídia - integração? comunicação? navegação?
  25. Cibertexto - variação do hipertexto?
  26. Padrão do hipertexto - qual?
  27. As mudanças na estrutura literária
  28. Qual a melhoria que a hipermídia promove?
  29. Quais as formas da palavra digital?
  30. Qual a contribuição das linguagens script?
  31. O percurso pessoal do leitor
  32. O controle - será?
  33. Sucessõse expositivas como guia
  34. Hipermídia como extensão da noção do texto em hipertexto com a inclusão de informações visuais, sonoras e outras formas de dados.
  35. Hipermídia - conteúdo de hipertexto é ampliado com som digitalizado, animação, vídeo, RV e 3D.
  36. Diferença entre hipermídia e multimídia - volume e interatividade
  37. Como deve ser a formação do profissional em hipermídia
  38. Analogia entre o autor da narrativa digital e o coreógrafo
  39. Como a hipermídia está definida para este livro?
  40. A que se aplica?
  41. Definição de hipermídia
  42. Hipermídia como agregador de linguagens
  43. O que é roteirizar uma obra hipermídia?
  44. Questões:
    "Para o que o realizador de hipermídia deve estar atento ao roteirizar?
    Projetar e produzir uma obra em hipermídia é o que está acima deste ou daquele software?"
  45. "Achar modos para dizer exatamente o que estamos vendo" - Michael Joyce
  46. Para agir (interagir) com o objeto na interface -> achar modo de dizer o que, com o que, como...
  47. Por que estudar o link?
  48. De que forma a TV deixa de ser multi para ser hipermída?
  49. Qual a relação entre o usuário e o produto baseado em tecnologia digital a partir dos conceitos hipermídia e multimídia?

    O roteiro na evolução da cultura da hipermídia
  50. Protohipermídias
  51. Convergência das mídias -> síntese das linguagens

    A escrita e a literatura para a hipermídia
  52. Historicamente quais os períodos de desenvolimento da escrita?
  53. Qual a característica da escrita das idéias?
  54. Escrita -> meio de comunicação visual
  55. Escrita -> hipermídia <-> meio visual - meio audiovisual
  56. Qual a característica da escrita sintática?
  57. Qual a característica da escrita analítica?
  58. Pictograma - Ideograma <-> Silabário - Alfabeto
  59. Quais as evidências da não linearidade na leitura nos tempos antigos?
  60. Como era essa leitura?
  61. Qual a característica da escrita silábica?
  62. A evolução do alfabeto
  63. Qual a característica da escrita romana?
  64. Quais as formas de escrita a partir da evolução para o desenho?
  65. Qual(is) as consequências da evolução para os processos comunicacionais?
  66. Sociedade das massas - arte das massas
  67. A que atende a multiplicidade da arte?
  68. Qual o mecanismo interno à multiplicidade?
  69. Arte permutacional
  70. O primeiro livro ilustrado
  71. Comenius -> imagem em processos educacionais
  72. Qual a contribuição para a didática?
  73. Quais as correntes da literatura não linear?
  74. Qual a contribuição do concretismo?
  75. Dom Quixote - leitura como um mapa - não linear
  76. Leitura em rede - leitura circular
  77. Malba Tahan - trânsito em planos narrativos
  78. Técnica cut-up - fragmentário - qual a dinâmica?
  79. Qual o significado de uma narrativa aberta?
  80. Exemplos de leituras não lineares que compõem uma única história



Veja também:

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Roteiro para novas mídias: do cinema às mídias interativas - Gosciola - Apresentação

Roteiro para novas mídias: do cinema às mídias interativas - Gosciola - Apresentação

Tópicos abordados:
  1. Qual o ponto de alinhamento para as novas mídias?
  2. Qual o conceito adotado de hipermídia?
  3. Qual o foco do estudo?
  4. Qual o propósito?
  5. Qual a característica da obra midiática?
Introdução:
  1. O que é contar histórias?
  2. Qual o conceito de obra e de obra prima?
  3. Qual o diferencial das novas mídias? Qual o sinônimo?
  4. Qual a diferença?
  5. O que acontece com a narrativa?
  6. Como se chama aquele que esá em contato com as novas mídias?
  7. O que é um interator?
  8. Qual o conceito de interator e novas mídias?
  9. Como conceituar novas mídias e hipermídia?
  10. Qual a diferença na contação de história em multimídia e nas mídias tradicionais?
  11. O que significa hibridizar?
  12. Qual a definição de audiovisual, segundo Bettetini?
  13. Qual a relação com os sentidos?
  14. Como lidar com tamanha complexidade?
  15. Quais os procedimentos?
  16. A hipermídia como novo paradigma de comunicação
  17. Teoria do conhecimento complexo
  18. Qual a proposta?
  19. Hipermídia -> composição dos meios -> potencialização da comunicação
  20. Como lidar para garantir a unicidade da obra?
  21. Imagem - roteiro - rompimento da linearidade da expressão
  22. Roteirização de sites
  23. Roteiro de produções hipermidiáticas -questões de comunicação
  24. Sentido - qual o sentido do objeto? Qual o conceito de comunicação?
  25. O que é hipermídia para o livro?
  26. Como a hipermídia se materializa?
  27. O que é uma hipermídia que não está em uso?
  28. Como se dá o estudo?
  29. A organização dos assuntos
Conceitos relacionados
  • Interator - Janet Murray (1998)
  • Audiovisual - Gianfranco Bettetini (1996)
  • Conceito de novas mídias - Lev Manovich (2001)
  • Narrativa direta em uma história multimídia - Rolando De Wolk (2001)
  • Hipermídia como novo paradigma da comunicação - Thomas Kuhn (1998)
  • O emprego de termos de um modo preciso - Ludwig Wittgenstein (1996)
  • Potencialidade da hibridação dos meios - Marshall McLuhan (1998)
  • A imagem como roteiro - Luli Radfahrer (2000)
  • O sentido do objeto e suas relações com outros objetos - Hans Ulrich Gumbrecht (1998)
Comentários
  • Novo olhar sobre o tema. Foi bomver e rever os conceitos básicos e suas relações. Desconstrui alguns deles para compor um novo formato.
  • Alguns aspectos vale a pena repetir:
    - O foco nas relações criadas do que nos objetos (significado e interpretação)
    - Diferenciação - audiovisual, hipermídia e hipertexto
    - Conceito de "hibridação" - seria o mesmo de transmídia?
    - A relação sensorial - onde fica a abstração?
Relação com a prática
  • Interator -> os itinerários formativos?
  • Conhecimento complexo - ligação de cada informação e cada conhecimento ao seu contexto -> aprendizagem significativa?
  • A mudança dos formatos dos livros na Bienal -> do impresso para o interativo (Bienal de São Paulo 2010- livro eletrônico)


[1] Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias interativas, de autoria de Vicente Gosciola, professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi. O livro desenvolve reflexões e análises sobre a estrutura narrativa e sua roteirização para os meios audiovisuais, desde o cinema até as mídias interativas, como sites e games.

domingo, 25 de abril de 2010

Narrativas em "Digital Storytelling" - Olga Baily

Narrativas em Digital Storytelling
Entrevista de Olga Baily para o Globo Universidade, em 1/3/2010.

Tópicos abordados:
  1. As motivações da professora para o estudo de mídias alternativas
  2. Qual o significado do termo "celebração da tecnologia"?
  3. Em que situações a tecnologia resolve os problemas educacionais?
  4. As experiências da pesquisadora
  5. "De que forma a comunicação pode atingir um nível mais amplo além da comuniade onde as mídias alternativas são implementadas?"
  6. O que são os "guetos de comunicações alternativas"?
  7. Como funcionam os "nós"?
  8. O que é a comunicação transnacional?
  9. O que é a comunicação alternativa?
  10. Qual a comparação entre as experiências da ONG Cultura Com e a Digital Storytelling?
  11. O que se faz necessário?
  12. "... existe alguma tendência de intercessão entre a grande mídia e a mídia alternativa?"
  13. "Quais as principais consequências dessas mudanças na comunicação?"
  14. Qual o papel do contador de histórias? Quais as implicações?
  15. Quais os desafios?
    - entender os processos de mediação entre as mídias alternativas e a vida cotidiana
  16. "No Encontro Nacional de História da Mídia, a senhora afirmou que contar histórias é o cerne da comunicação. Conversar, assim, sem embevecimento com a tecnologia, traz a ênfase para o ser humano se apropriar de valores e expressar suas verdades. Como levar essa articulação ao nível mais amplo da sociedade?"
  17. Que benefícios emergem da experiência africana?

Disponível em: http://globouniversidade.globo.com/GloboUniversidade/0,,AA1708806-8745,00.html. Acesso: 25/4/10.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Tecnologia por trás do Oscar 2010



Segunda-feira, 08/03/2010

Neste programa, veja uma entrevista exclusiva com um dos ganhadores do Oscar e descubra qual foi a tecnologia revolucionária que foi possível transformar atores em seres de outro planeta.

Fonte: Espaço Aberto Ciência e Tecnologia

Narrativa transmídia


Fonte: Espaço Aberto Ciência e Tecnologia

Narrativa transmídia: Espaço Aberto mergulha na era de inteligência coletiva

Segunda-feira, 01/03/2010

Os meios digitais transformaram a maneira de contar histórias. Ouvintes ou espectadores já não se contentam só em receber, querem conhecer detalhes, se aprofundar e até mesmo construir a história.

sábado, 11 de abril de 2009

Viver em Rede - O Poder da Comunicação - Vivo



Qual a sua rede de relacionamentos?

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Comunicação direta - Placas nas vias públicas

O que as placas afixadas nas cidades expressam?
  • Cultura popular
  • Sentimentos
  • Humor
  • Preconceito
Veja alguns exemplos no link (clique com o botão direito para visualizar em uma outra janela) e tire suas conclusões?

Disponível em: http://www.flickr.com/groups/pracorrivi/pool/
Acesso: 14/2/09

Que lições aprender?

Quer saber mais? Procure conceitos sobre Estereótipos, Representação, Ideologia, entre outros. Alguns você encontra neste blog.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Ação comunicativa de Habermas

Teoria da ação comunicativa de Habermas
possibilidades de uma ação educativa de cunho interdisciplinar na escola

Maria Augusta Salim Gonçalves

Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v20n66/v20n66a6.pdf
Acesso: 23/10/08.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O quanto de "C" há na sua vida? - Rafinha 2.0 - Interatividade



Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg
Acesso: 2/9/08
Tempo: 9min36s

Dica: tenha um pouco de paciência, aguarde a descarga do vídeo e depois assista. Se necessário aumente o áudio. Para isso, suba o controle na barra deslizante que está ao lado do tempo.

O quanto de “C” há na sua vida? O quanto é natural no seu cotidiano?

Para alguns termos desconhecidos, consulte o site Olhar digital. Use o mecanismo de busca.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Alongamento - 10/3/08


Fonte: desconhecida.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Presencia de la Comunicación Educativa - Daniel Prieto Castillo - 9/2/08

Presencia de la Comunicación Educativa [1]
Daniel Prieto Castillo [2]

Tópicos abordados:

1. Caminhos da Comunicação na Educação
  • As concepções da comunicação na educação
  • A comunicação usada como controle (o professor ator, o professor tecnólogo)
  • O poder
  • A quarta forma: os meios audiovisuais
  • As redes e as comunicações interativas

2. Comunicar para Transformar

  • Os propósitos
  • A necessidade de construir conhecimento
  • O ator da construção
  • Como se dá a construção, por quais meios
  • Como se aprende e do que depende o aprendizado
  • As reflexões sobre a transformação
  • A crítica
  • As relações comunicacionais no sentido educativo
  • Como acontece a transformação
  • A relação entre pedagogia e comunicação
  • A crítica ao dizer que "estar informado é estar transformado"
  • O que vai além de atualizar conteúdos
  • A transformação e a apropriação do conhecimento
  • O processo
  • A relação da transformação educativa e a necessidade/capacidade de comunicação

3. A Comunicação na "Educação"

  • A situação da comunicação na educação
  • Os educadores como seres de comunicação
  • As piores ocorrências de um educador
  • O pior sofrimento
  • Os sinais de diferenciação
  • O mais maravilhoso ato educativo
  • As propostas de comunicação por palavras e imagens
    Comunicar é...
    ... expressar-se
    ... interagir
    ... exercer a qualidade de ser humano
    ... relacionar-se
    ... encontrar prazer em algo
    ... projetar-se
    ... afirmar-se no próprio ser
    ... sentir-se e sentir os demais
    ... abrir-se ao mundo
    ... apropriar-se de si mesmo
  • As distintas linhas de comunicação (palavras, corpo, sons, imagens)
  • Os sentidos dos educadores como seres de comunicação
  • As relações humanas

4. Comunicação como Sofrimento

  • As características
  • A comunicação como ato educativo
  • Os aspectos negativos da comunicação que geram sofrimentos
  • As características da comunicação na pedagogia transmissiva
  • O populismo pedagógico
  • O showman
  • O docente paranóico
  • A comunicação para a violência
  • O mito da tecnologia salvadora
  • A ilusão tecnológica
  • Como aprender melhor

5. A Comunicabilidade

  • O que é
  • O conceito
  • Como mensurar
  • A característica
  • A visualização
  • A percepção do esforço da comunicabilidade
  • A importância do silêncio no espaço de comunicação
  • A posição de Freire sobre a comunicabilidade

6. A Entropia Comunicacional

  • O que é
  • O desafio
  • O perigo
  • O que favorece a entropia (os muros)
  • Como se acaba com a comunicabilidade na violência, no autoritarismo, na fadiga e no desânimo.

continuar...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Leitura Audiovisual - 30/1/08

Exemplo de texto audiovisual:

Vinheta MTV - A boneca (não veiculada)
Autores: alunos do Senac - Acesso: 30/1/08



Qual foi a sua leitura? O que a música, a luz, o jogo de imagens, os planos lhe disseram? Poste o seu comentário.

Quer saber mais sobre linguagem audiovisual? Acesse Mapa conceitual: La Alfabetización Audiovisual - Pere Marquès Graells.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Aprender a Mirar - Quin & Martinez - 29/1/08

Aprender a mirar. El lugar de los textos visuales en el curriculum escolar [1]
Robyn Quin e Mariano Sánchez Martinez [2]

Tópicos abordados:


  1. A importância dos textos visuais:
    - Exemplos de textos visuais
    - Motivos para estudar a linguagem visual e os textos visuais no currículo escolar
    - Como se constrói um significado na linguagem visual
    - O que são linguagens
    - A importância dos textos visuais para o desenvolvimento intelectual dos alunos
    - O sentido de "ler" a TV
    - As habilidades que o estudo da linguagem visual pode desenvolver
  2. Um marco para pensar em torno da linguagem visual
    - Os elementos que interagem na produção de significdos nos textos visuais
    - Como os professores podem trabalhar atividades de ensino em torno da linguagem audiovisual
  3. Sistema de significados compartilhados
    - Como criar significados
    - A relação de dominância
  4. A produção
    - O processo de produção de textos visuais
    - Como e porquê restringir o significado de um texto
    - Textos visuais e literários - criação de significados
    - A criação de significados ao longo do tempo
  5. Fatores que afetam a produção
    - Os fatores evidentes (e nem tanto)
    - A interferência dos fatores financeiros e comerciais
    - A influência do aparato tecnológico
  6. A recepção
    - Como a audiência recebe os textos visuais
  7. Fatores que afetam a recepção
    - Resutlado das pesquisas sobre as audiências
    - A influência do poder dominante nos textos visuais
    - O comportamento dos estudantes ante as mensagens visuais
  8. O uso dos textos visuais em sala de aula
    - Princípios que os professores devem levar em conta
  9. O estabelecimento de propósitos
    - Cuidados no estabelecimento de propósitos
    - A expectativa sobre a relação dos alunos com os textos visuais
    - O significado de desnaturalizar um texto visual
  10. A centralidade em um aspecto limitado da linaguagem visual por vez
    - Cuidados na leitura visual
    - Vídeos
  11. A valorização dos gostos e conhecimentos dos estudantes
    - Como trabalhar a partir dos gostos dos estudantes
    - Objetivos de ensinar textos visuais
    - A conversão dos textos visuais em veículos
  12. O atendimento a estudantes com necessidades especiais
    - Cuidados para garantir o acesso
    - Estereótipos
  13. Recursos para ensinar textos visuais
  14. O conhecimento dos estudantes
    - Os recursos de leitura
    - Os acessos aos recursos
  15. Recursos do centro escolar
    - Os recursos disponíveis
    - A exploração dos vídeos
  16. Materiais emitidos e produzidos comecialmente
    - Pontos para chamar atenção nos textos visuais comerciais
  17. Outros recursos
  18. Conclusões

[1] Aprender a mirar. El lugar de los textos visuales em el curriculum escolar – Robyn Quin y Mariano Sánchez Martinez -
Disponível em:
http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=15801221.
Acesso: 16/9/07

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Análise Imagem-Matéria - Profetas da Chuva - 14/1/08

Matéria: Profetas da chuva fazem previsão de um bom inverno
(foto de Sebastião Bisneto, canto inferior direito)
Fonte: Jornal O Povo
Disponível em: http://digital.opovo.com.br/reader/zomm.asp?pg=opovo_26542/17901
Acesso: 14/1/08


Análise realizada segundo critérios de Graells [1]. Foram escolhidos alguns aspectos morfológicos e sintáticos para simplificar.

Aspectos morfológicos (escolhidos iconicidade, conotação, simplicidade e originalidade):
  • Iconicidade: a imagem retrata a realidade
    Atributo: figurativo
  • Conotação - a imagem sugere (na opinião dessa pesquisadora):
    - a submissão do homem às forças da natureza
    - a submissão a poder superior
    - céu -> fé
    - verde -> esperança
    - nuvens -> dúvida
    - casa do João de barro -> segurança, perfeição da natureza.
    - homem cabelos brancos -> sabedoria popular
  • Simplicidade:
    - os elementos estão organizados
    - a relação é harmônica de disposição e cor
  • Originalidade:
    - é original no sentido de que não usou o estereótipo do nordestino sofredor

Aspectos sintáticos (escolhidos plano e ângulo):

Plano - referência da proximidade da câmera e a realidade no momento do registro da imagem.

  • Descritivo:
    a imagem é um plano geral com ênfase na personagem, sua ação de identificar os sinais dados pelos elementos visíveis do entorno.
  • Narrativo:
    - Americano: ampliação média - cintura para cima, rosto e mãos, valor narrativo e expressivo.
  • Expressivo:
    - Primeiro plano: câmera próxima dos elementos, destaca a expressão do protagonista.

Ângulo - considera-se ponto de vista o ângulo imaginário que forma uma linha que sai perpendicular da objetiva da câmera e passa pelo rosto da personagem principal.

  • a imagem inclinada proporciona valor expressivo de instabilidade e insegurança.

Afinal vai chover ou não?

[1] Veja nesse blog - La Alfabetización Audiovisual - Introducción al Lenguagem Audiovisual - Pere Marquès Graells.

Disponível em: http://lpmidiaeduc.blogspot.com/2007/12/mapa-conceitual-la-alfabetizacin.html

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Análise Imagem-Matéria - Menina passa no Vestibular - 7/1/08

Matéria: Menina de 13 anos é aprovada em exame vestibular
(foto de Rodrigo Carvalho/Especial para o Povo)
Fonte: Jornal O Povo
Disponível em: http://digital.opovo.com.br/reader/zomm.asp?pg=opovo_26522/16233
Acesso: 7/1/08

Segundo Graells (2000) [1], as imagens - como mensagens audiovisuais - também são construídas segundo elementos morfológicos, entre eles:



  • Iconicidade ou abstração: característica que atribui a imagem ser ou não um reflexo da realidade:
    - figurativas: representam fielmente a realidade (ex. fotografia)
    - esquemática ou simbólica: tem algum similaridade com a realidade (ex. ícone)
    - abstrata: o significado é dado por convenções (ex. palavras em um rótulo)
  • Denotação e conotação: característica que atribui significados que depende da ambiguidade, da capacidade de sugestão e possíveis interpretações que possam suscitar.
  • Simplicidade ou complexidade: depende da iconicidade, organização e relação entre os elementos, assim como o contexto.
  • Originalidade ou redundância: refere-se a característica dos elementos serem novos ou já muito utilizados e conhecidos (estereótipos). Uma imagem muito original pode ser difícil de ser interpretada pelo receptor.

O que a imagem mostra:

  1. Iconicidade:
    - Figurativa: A imagem representa a realidade por se tratar de uma foto. Trata-se de uma adolescente em seu ambiente doméstico.
  2. Denotação/conotação: os objetos dispostos na imagem sugerem uma vida normal de adolescente que possui uma posição privilegiada em termos econômicos. Aparentemente, classe média-alta, colégio particular, situação confortável.
  3. Simplicidade/complexidade: a imagem é simples e de fácil compreensão.
  4. Originalidade/redundância: a imagem da adolescente caracteriza o estereótipo de jovens classe média-alta e não o estereótipo dos superdotados.

A interpretação:

  • Antes da leitura do texto: a foto tirada de cima para baixo dá um destaque para a cabeça o que pode levar à idéia de inteligência ou esperteza. A inclusão do notebook e os livros reforçam as boas condições de estudo que a garota possui.
    - Um novo olhar pode levantar algumas questões: foi sorte? qual o nível da prova? qual a nota mínima de aprovação?
  • Depois da leitura do texto: as impressões citadas foram confirmadas.

Pontos de discussão:

  • Usar o raciocínio lógico é ser superdotado? Até que ponto? Por quê?
  • Como lidar com alunos adiantados? O que os faz serem adiantados? Por que os demais não se adiantam?
  • Como equilibrar desenvolvimento emocional e intelectual?
  • Os professores estão capacitados a lidar com alunos adiantados?
  • Como trabalhar as diferenças de pensamento? Como o professor encara esse desafio? Como reage quando é questionado?
  • Resposta ou processo correto? Por quê?

[1] Veja nesse blog - La Alfabetización Audiovisual - Introducción al Lenguagem Audiovisual - Pere Marquès Graells.
Disponível em:
http://lpmidiaeduc.blogspot.com/2007/12/mapa-conceitual-la-alfabetizacin.html

domingo, 9 de dezembro de 2007

Mapa conceitual: Rumo a uma Sociedade Educativa - Jesús Martín-Barbero

Rumo a uma Sociedade Educativa [1]
Jesús Martin-Barbero [2]

[1] Entrevista: Rumo a uma Sociedade Educativa - Jesús-Martin Barbero por Maria Clara Lanari Bó e Daniela Papelbaum. Disponível em: http://www.senac.br/informativo/BTS/313/boltec313c.html. Acesso: 9/12/07.
[2] Jesús-Martin Barbero Español-Colombiano Es Doctor en Filosofía y Letras en la Universidad Católica de Lovaina, Bélgica, y tiene Pósdoctorado en Antropología y Semiotica en la Escuela de Altos Estudios de París. Asesor de Unesco y otras instituciones internacionales. Profesor visitante de universidades de América Latina, Europa y Estados Unidos.

Mapa conceitual: La reinvención de la educomunicación - Roberto Aparici

La reinvención de la educomunicación
Roberto Aparici


Link para o mapa conceitual - elaborado por Lane Primo
Acesso: 9/12/07

Resumo: InfoSenso - Keith Devlin

Sumário
Cap. 1 - O Sorriso escarninho (irônico) do gato de Cheshire
Cap. 4 - O ovo do dinossauro
Cap. 21 - A razão por que a perícia não pode ser ensinada – As regras não bastam

Texto 1
Cap. 1 - O Sorriso escarninho (irônico) do gato de Cheshire [1]


Keith Devlin [2]

O autor descreve um desastre aéreo ocorrido no aeroporto de Tenerife onde morreram 583 pessoas. A causa: deficiência nas comunicações. A seqüência da informação foi truncada. A falta de uma palavra provocou a tragédia.

Segundo ele, “na sociedade complexa em que hoje vivemos, pequenos e insignificantes fragmentos de informação podem por vezes assumir um valor enorme”, um desses ocorreu no acidente que vitimou tantas pessoas.

Para sobreviver na sociedade da informação é preciso compreender em que consiste a informação, como ela é gerada, é desenvolvida e utilizá-la com sensatez.

Não é fácil dizer em que consiste a informação. Não se percebe a complexidade porque alguns termos são utilizados sem reflexão e, em alguns casos, geram problemas na comunicação. A importância cresce à medida que os relacionamentos aumentam porque há a necessidade de comunicação (pessoa comunica com outra, e outra, e outra – o fluxo aumenta). A comunicação é um meio de fornecer a informação de uma pessoa para outra. Há várias formas (afirmação, nomeação, fornecimento de planos). Outra forma de transmissão de informação é a persuasão.

O texto diferencia dados, informação e conhecimento, utilizando para tanto de fórmulas:
Dados = tabelas, listas, arquivos – no papel.

  • Informação = dados + significado (Davenport e Prusak) – existe na sociedade, na mente coletiva.
  • Conhecimento = informação internalizada + capacidade de utilizar + expe­riências e valores (complexidade do ser humano, individual, imprevi­sibi­lidade).

Segundo o texto, a informação é mais fácil de obter e por isso fundamental. Por isso, aconselha que a investigação científica deve começar na informação para depois voltar-se ao conhecimento.
O capítulo termina dizendo que é preciso investigar o domínio mais humano do fluxo da informação para isso desenvolver ferramentas que façam esse estudo (como pensamos, comunicamos e tomamos decisões).

Comentário sobre o texto:

Concordo com o autor quando diz que é preciso compreender o que é a informação, sua origem, seu desenvolvimento e as formas de utilização. Nos papéis que desempenho de gestora e de educadora deparo-me com diversos ruídos oriundos que uma informação incompleta ou mal interpretada pode provocar.



Lembro-me de uma figura que para mim foi bastante significativa (fig. 1). A lacuna que falta em um canto e o que extrapola do outro simboliza a comunicação entre duas pessoas. Às vezes falta informação de um lado e há demais em outro que podem provocar falhas pela ausência ou pelo excesso.




Figura 1

Com relação a diferença entre dados, informação e conhecimento destaco a importância de agregar significado para que a transformação ocorra.

Para exemplificar, recentemente no processo de avaliação das turmas de pós-graduação que coordeno, solicitei às professoras que relatassem o desempenho dos alunos. Elas me apresentaram uma tabela com o nome e as notas das questões objetivas, da dissertativa e a soma das duas que era a nota final.

Pedi, então, que desmembrassem a nota das questões objetivas, na pontuação dos quatro módulos separados (eram 5 questões de cada módulo, valendo 0,3 cada). A diferença na colocação dos dados gerou a informação dos alunos nas etapas. Solicitei que elas passassem os resultados dessa forma: pontuação de cada módulo, da dissertativa, a soma e o comentário sobre o desempenho para cada um deles. Dessa forma os alunos poderiam avaliar os pontos que precisavam ser melhorados e buscar o desenvolvimento diante dos indicadores. Dessa maneira, a experiência gerou conhecimento de várias formas: na análise das informações pelos alunos e os devidos encaminhamentos, no uso de estratégias diferenciadas para suprir as necessidades dos alunos, na avaliação das professoras sobre como os módulos foram conduzidos. Acredito que esse relato ilustra a diferença entre dados (as notas tabuladas), as informações e o conhecimento gerado.


Texto 2:
Cap. 4
- O ovo do dinossauro

Ao fazer uma analogia com o ovo do dinossauro e a transmissão de informação genética para a geração de um bebê dinossauro, o autor coloca que a informação depende do contexto e não da representação.
Cita Barwise e Perry que colocam os ambientes como determinantes da interpretação de uma informação. Como o termo “ambiente” é muito abstrato, então, incluiu o termo “situação ou contexto” para poder considerar um ambiente específico. A partir daí a investigação se concentra na maneira como as situações dão origem a codificações ou decodificações da informação.

Segundo o texto, a teoria da situação é na verdade “a física da informação e comunicação”. Um objeto no mundo pode representar informação em virtude desse objeto se encontrar numa situação de um certo tipo.

À medida que se podem caracterizar as situações que são comuns, então, podem-se classificar os tipos de situação. Os seres humanos são reconhecedores de tipos. Nesse reconhecimento de tipos reside em grande parte da nossa capacidade para obter informação do nosso ambiente cotidiano. Os tipos podem ser naturais ou convencionais. Eles são fundamentais para a vida humana, uma vez que o reconhecimento serve de base (na experiência passada ou no conhecimento anterior) para adquirir informações e fazer inferências.

Comentário sobre o texto:

Esse texto colocou alguns exemplos de ações do cotidiano, tais como, usar chinelos em determinadas situações e obedecer a sinalização local para desenvolver o tema. No entanto, as situações do tratamento das informações são mais complexas e precisam ser pensadas num contexto menos simplista.

Concordo que o reconhecimento pode gerar um significado para o sujeito que necessita utilizar dessa informação, mas será que essa significação é a mais correta ou adequada para o seu uso? Experiências negativas poderiam deturpar a informação, atribuindo-lhe um significado e conseqüente reconhecimento diferente do que é proposto? O preconceito não é um reconhe­cimento?

Essas questões surgiram na elaboração desse comentário que acredito estar relacionado ao contexto de uma informação.


Texto 3:

Cap. 21 - A razão por que a perícia não pode ser ensinada – As regras não bastam

Segundo o texto, o perito reconhece certos tipos e reage de forma apropriada. Ele faz a distinção do número de tipos, a freqüência e o grau de diferenciação.

O perito determina a ação adequada para cada tipo. Ele identifica, categoriza e cria novos tipos, ou seja, percebe e gera uma nova combinação.

De acordo com o texto, os sistemas não podem ser peritos porque não sabem lidar com o imprevisto. É preciso ter a experiência e as regras não dão conta. Para um rendimento de um perito, nenhuma quantidade de informação pode substituir a necessidade da experiência e a ação do tempo.

O autor destaca que “estar ciente da natureza dos tipos e da maneira como as pessoas aprendem a reconhecer e utilizá-las constitui um bem importante para qualquer gestor”.

Comentário sobre o texto:

Realmente, concordo que a perícia não pode ser ensinada, se assim fosse, estaríamos repletos de sistemas inteligentes. Como explicar, então, os “insights” dos seres humanos? Muitos são considerados peritos por causa do uso da intuição para resolver problemas. Nesse caso, de onde vem o reconhecimento? Ele deixa de ser perito por isso?

O ser humano é falível, incompleto e em construção (Paulo Freire). Mesmo com o domínio da informação e a experiência através do tempo, o fator surpresa é um elemento desequilibrador. Arrisco a acrescentar que a subjetividade do momento da tomada de decisão, também pode interferir, mesmo que os tipos sejam claramente reconhecidos. Essas variáveis precisam ser estudadas mais a fundo.

[1] Info Senso
Info SensoComo transformar a informação em Conhecimento
Ed Livros do Brasil – Lisboa. Set. 2000. Data de acesso: 26/6/07


[2] Keith Devlin, matemático e pesquisador, é Reitor da Escola de Ciência do Saint Mary’s College da Califórnia e investigador no Centro para o Estudo da Linguagem e Informação da Universidade de Stanford. Participa na série Life by Numbers na PBS television. É autor de Logic and Information, Mathematics: The new golden age, Goodbye, Descartes e The language of mathematics: making the invisible visible.Desde 1983 tem escrito regularmente uma coluna sobre Matemática e computadores no jornal inglês The Guardian, e uma coluna mensal, Devlin’s Angle, no jornal web
MAA online.
Fonte: Site -
http://www.stanford.edu/~kdevlin/. Disponível em 9/7/07.