segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Problematizar

Para aprofundar:
  • Cap. 2 - O método de solução de problemas:
    A questão da solução de problemas
    - caracterização de problema
    - ferramentas necessárias à solução de problemas
    - problema e exercício
    - problemas bem definidos e mal definidos
    - estratégias de solução gerais e específicas
    - ensinando a prática da solução de problemas
    Como problematizar
    - Aprendizagem e solução de problemas
    - Estratégias de aprendizagem
    - Diretrizes para construir problemas
    - Elaborando problemas
    - Redigindo o enunciado do problema
    - Coordenando a solução de problemas

Fonte:

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

3 - Matriz de Competências - O Modelo das Competências Profissionais no Mundo do Trabalho e na Educação: Implicações para o Currículo - Neise Deluiz

O Modelo das Competências Profissionais no Mundo do Trabalho e na Educação Implicações para o Currículo
Neise Deluiz
Artigo disponível em: http://www.senac.br/BTS/273/boltec273b.htm. Acesso: 16/11/09.


Introdução
  1. Como começou a discussão sobre o modelo de competências?
  2. Como identificar as respostas do capital à crise estrutural?
  3. Quais os objetivos da reestruturação?
  4. Em que estão ancoradas as novas concepções gerenciais?
  5. Quais os objetivos?
  6. Como surgiu o conceito de competência?

    O Modelo das Competências e a Gestão do Trabalho
  7. Quais os elementos das novas práticas de gestão que configuram o modelo das competências no mundo do trabalho?
  8. Quais as exigências postas pelo padrão de acumulação capitalista flexível?
  9. Quais os impactos?
  10. Quais as noções estruturantes do modelo das competências?
  11. Quais as implicações para o capital?
  12. Qual a relação das estratégias competitivas e as competências essenciais?
  13. Cono é avaliada a qualidade da qualificação?
  14. Qual a relação do desenvolvimento das competências e o comprometimento da empresa?
  15. Como é o controle?
  16. Qual a diferença entre qualificação profissional e competências profissionais?
  17. O que importa no modelo de competências?
  18. Quais as implicações do modelo no que tange o coletivo?
  19. Quais as interferências no mundo do trabalho?
  20. Qual a mudança do trabalhador na situação de precariedade?
  21. E dos sem-emprego?
  22. Quais os pontos positivos?
  23. Como tirar proveito do modelo?
  24. Quais os aspectos negativos?
  25. Que sofrimentos podem surgir?
  26. O que se percebe como consequência na lógica das competências na gestão do trabalho?

    O Modelo das Competências e as Políticas Educacionais
  27. O que acontece com a pressão eficientista?
  28. Quais os objetivos da reformulação dos sistemas nacionais de formação profissional?
  29. Qual o cenário latino-americano no surgimento do modelo das competências?
  30. Quais os requisitos do programa de ajuste?
  31. Qual a orientação para as políticas sociais?
  32. Qual o mecanismo de compensação?
  33. O que acontece no contexto neoliberal?
  34. Quais as mudanças na legislação educacional?
  35. Como as mudanças ocorreram?
  36. Qual o objetivo da política de Educação Profissional do MEC?
  37. Qual o foco da educação profissional?
  38. Quais as mudanças quanto à formação geral e a específica?
  39. Por que significa elitizar?
  40. O que caracteriza a visão construtivista da proposta dos referenciais curriculares?
  41. O que caracteriza a perspectiva funcionalista?
  42. Qual o método utilizado na investigação dos processos de trabalho?
  43. Qual o risco deste método?
  44. Por que pode ocorrer uma incoerência teórico-metodológica na identificação das competências e habilidades?
  45. Como está caracterizado o enfoque conceitual de competências adotado pelo MEC?
  46. Qual o foco do Planfor?
  47. O que se percebe na prática?
  48. Por que a base ainda está tecnicista e instrumental?
  49. Quais as contribuições do Profae?
  50. Quais os diferenciais?
  51. Qual a concepção de competência adotada?

    O Modelo das Competências e as Implicações para o Currículo
  52. Quais as matrizes teórico-conceituais?
  53. Quais as indicações gerais propostas para a organização do currículo?
  54. O que é necessário considerar?
  55. Qual a composição da matriz condutivista?
  56. Qual o conceito de competência na década de 70?
  57. Qual o processo de análise condutivista?
  58. Qual a crítica à análise condutivista?
  59. Qual a característica da matriz funcionalista?
  60. Qual o método da matriz funcionalista? e o processo?
  61. Qual o processo do método AMOD?
  62. Qual a critica a estas metodologias?
  63. Onde são aplicadas?
  64. Quais os impactos das matrizes condutivistas e funcionalista na formação do trabalhador?
  65. Quais as características da matriz construtivista?
  66. Quais as categorias de análise utilizadas?
  67. Vantagens - comparação
  68. Quais as perspectivas que se abrem?
  69. Quais as características da matriz crítico-emancipatória?
  70. Qual o conceito de competência nesta matriz?
  71. Qual a dinâmica para a construção das competências?
  72. Como trabalha as competências?
  73. Como articula a dimensão profissional?
  74. A noção de competência - a polissemia
  75. Qual a recomendação?

[Clique na figura para ampliar]
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Para saber mais:
Grupo de estudo sobre matriz de competência do Senac.
Veja também:
1 - Matriz de Competências - Introdução e PPP
2 - Matriz de Competências - Currículo

terça-feira, 27 de outubro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mídia Educação - Cap 3 - Mídia-Educação - Ética e Estética - Belloni

Tópicos abordados:

1. O papel da TV no processo de socialização
  1. Qual o papel da TV na vida dos jovens?
  2. Quais os indicadores que evidenciam a importância deste papel?
  3. Qual a influência no processo de socialização?
  4. Qual a relação da cultura, da representação e das interações?
  5. Qual a situação da escola frente às transformações no modo de aprender?
  6. O que se observa quanto a socialização e a comunicação mediatizada?
  7. O que significa a deslocalização das estruturas simbólicas?
  8. Qual o impacto?
  9. O que significa dizer que a escola e a mídia reproduzem as estruturas dominantes?
  10. Como se evidencia a dimensão semântica do processo de socialização?
  11. A comunicação unilateral x intersubjetiva
  12. Discussão e reelaboração
  13. Aprendizagem por impregnação
  14. De que forma avaliar a TV como instituiçao de socialização?

    2. Violência

  15. Questão ética x estética
  16. A estética da violência
  17. A banalização da violênica
  18. A construção de uma realidade falseada
  19. A naturalização da violência
  20. O julgamento sobre os atos dos heróis que usam a violência para legitimar a resolução de conflitos
  21. O real e o fictício
  22. A banalização da violência como resultado da recorrência
  23. Associação de valores
  24. Violência como símbolo de sobrevivência
  25. A relativização
  26. A realidade é real?
  27. A coisificação do ego e a fetichização das relações sociais

    3. Sexualidade

  28. TV - janela para o mundo
  29. Recorrência na construção de uma representação
  30. A repetição como reforço do estereótipo, circularidade e integração entre produção e recepção
  31. A mensagem subliminar - o conteúdo mascarado pela forma
  32. Processos perceptivos e cognitivos - pedagogia dos meios
  33. A construção do imaginário
  34. A penetração e a influência das regras de estilo da mídia e a perda/diminuição do potencial crítico. Midiatização = mercantilização
  35. A espetacularização dos atos
  36. A reprodução e o reforço dos padrões
  37. O reforço de comportamentos

    4. Educação para as mídias

  38. Dominar e não ser dominado
  39. Leitura crítica
  40. Educação para a mídia - a formação do:
    - receptor
    - e do comunicador
  41. Os dois níveis de integração da mídia à escola:
    - objetos de estudo
    - instrumento pedagógico
  42. Objetivos da mídia-educação
  43. Qual a finalidade?
  44. Ambivalência: global/local
  45. Questões:
    - "Como formar o cidadão frente à influênica avassaladora da mídia e no quadro de uma cultura pós-moderna fragmentada e fragmentadora?
    - Qual o papel a escola neste processo?
    - Quem, mais uma vez, educará os educadores?
    - E quem forma os comunicadores?"

Glossário de termos:
Estruturas simbólicas -

domingo, 18 de outubro de 2009

2 - Matriz de Competências - Currículo


Tópicos abordados:


3. Currículo
  1. Significados de currículo
  2. Currículo como práxis - qual a função?
  3. Currículo como artefato social e cultural - Quais questões envolve?
  4. O currículo e as mudanças sociais, políticas e ideológicas.
  5. Currículo: a que atende? O que compõem sua estrutura? Qual o contexto?

    3.1 - Concepções de currículo educacional

  6. Qual a representatividade do currículo na educação? Adequação às exigêncis econômicas, sociais e culturais das épocas?
  7. Qual a relação da organização e o caminho?
  8. O currículo e as funções da escola
    ... e a representação do Projeto Político Pedagógico (PPP)
  9. O currículo como construção cultural
    ... como participação coletiva e ativa dos atores
  10. Como tornar o currículo concreto?
  11. O currículo como fenômeno educacional
  12. Currículo como sistema
  13. Currículo: plano pedagógico x plano de curso
  14. Currículo como representação do conjunto de experiências que o aluno realiza
  15. A simplificação dos conceitos e definições
  16. A relação objetivos -> disciplinas
  17. A desvinculação com o mundo e a sociedade
  18. Atividades extracurriculares - como se currículo engloba experiências?
  19. Os limites de cada concepção: restrito e tradicional x sentido amplo
  20. A visão global e sistemática - foco no aluno
  21. A complexidade da elaboração
  22. O que os autores do currículo devem ter como obrigação?
  23. Quais as características do currículo?
  24. As bases que sustentam a práxis do pensar a educação e as aprendizagens
  25. A organização dos planos de curso
  26. A relação de importância do plano de curso
  27. Os atores envolvidos nos planos
  28. Quais as características do plano de curso?
  29. Quais as características da qualificação para o trabalho?
  30. Qual o objetivo da formação?
  31. Qual a implicação da questão curricular?

Refletindo o texto

Resumo das ideias:
  • Os autores apresentam várias concepções de currículo. Desde a etimológica - relacionada à origem, a semântica - relacionada ao significado, até às visões de alguns teóricos - epistemológico.
  • O cenário é o da educação profissional.
  • Relaciona o pensamento dos seguintes autores:
    - Maria Aparecida da SILVA - currículo à luz de uma teoria
    - Marilene BERTOLINI - não importa o conceito, mas as questões que o currículo busca responder
    - Oliveira (citado, mas não referenciado) - importante é não entender o currículo como instrumento
    - Moreira (citado, mas não referenciado) - complementa o anterior "não como instrumento" mas como artefato social e cultural.
    - Veiga-Neto (citado, mas não referenciado) - currículo como o conjunto de assuntos tratados (na análise da história)
    - Sacristan (citado, mas não referenciado) - descrição das funções da escola
    - Maria Cristina DAVINI - "plano pedagógico e institucional para orientar a aprendizagem dos alunos de forma sistemática"
    - Soares citado por BRASIL, Inep - "conjunto de experiências planejadas pela escola, para obter uma aprendizagem ampla e satisfatória em todos os sentidos";
    - Fontes citado por BRASIL, Inep - "conjunto de experiências educacionais vivenciadas pelo aluno, planejado de forma global pela escola, visando à consecução dos objetivos de ensino. De maneira simplificada, currículos são caminhos, formas de organização dos conteúdos a serem abordados no processo de ension-aprendizagem. Para alguns se traduz em um curso, um rol de disciplinas; para outros, em um conjunto de experiências e atividades voltadas à formação";
    - Sérgio Guerra DUARTE - sentido restrito e tradicional: rol de disciplinas e práticas educativas; no sentido amplo e moderno: "soma total de situações de aprendizagem que permitem ao aluno a aquisição de experiências"
    - Kuenzer - complexidade - desenvolvimento de competências
Análise dos conceitos
  • No texto, os conceitos de currículo evoluem em complexidade.
  • Durante a leitura não foi fácil perceber esta evolução, só consegui depois de montar um quadro relacionando autor e pensamento.
  • Currículo é muito mais amplo e complexo.
Síntese dos pensamentos na percepção desta pesquisadora:
  • A incerteza, a flexibilidade e a abertura para o desafio são as palavras que, no meu pensamento, merecem ser incorporadas na concepção de currículo.
  • Assim como contemplar os contextos social, político, econômico, cultural, educacional e tecnológico. No texto são relacionados somente social, cultural e econômico. No entanto, as mudanças ocorrem em todas as esferas e a cada novo desafio, novas implicações surgem e aprendizagens são necessárias.
  • Os eixos tecnológicos são uma prova dessas mudanças e suas interrelações.
  • Este estudo é relevante para a construção da matriz de competências tendo em vista a acreditação e certificação de competências quando a formação é atestada por outras instituições ou até mesmo vem da experiência da pessoa que exerce a atividade, sem ter realizado um curso.
    À medida que se constrói um referencial é possível compará-lo para as análises e a avaliação com vistas ao aproveitamento de competências.
  • Esta discussão está em voga nos fóruns de educação. A globalização e o trânsito de profissionais entre os diversos países pressionam para que o assunto seja tratado.
  • Critérios de qualidade devem ser observados. Só assim será possível garantir a efetividade da formação.
Grupo de estudo sobre matriz de competência do Senac.
Veja também:
1 - Matriz de Competências - Introdução e PPP


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mídia Educação - Cap 2 - Da Tecnologia à Comunicação Educacional - Belloni

Tópicos abordados:

  1. As TICs e os processos educacionais (análise, contribuições e lacunas)
  2. Integração das TICs à educação - dimensão como ferramenta pedagógica e como objeto de estudo
  3. Apropriação criativa das TICs pelo professor e pelo aluno
  4. O objetivo da educação para as mídias
  5. As definições da Unesco
  6. Os caminhos ou modos de integração das TICs aos processos educacionais
  7. Necessidade de construir cohecimentos sobre a produção social da comunicação
  8. Fenômenos: A mediatização da comunicação e da educação e os novos papéis e características dos atores principais (professores e alunos)

    A cibercultura e a metáfora do impacto

  9. As máquinas de comunicar
  10. A resistência à tecnologia vem desde Platão (invenção da escrita)
  11. Máquina do universo - inteligência coletiva
  12. O signo e a representação do real
  13. Frankenstein - visão apocalítica e pessimista
  14. Imersão / simbiose / navegação
  15. Meios de comunicação como escola paralela
  16. Os perigos e os riscos
  17. O que a metáfora do impacto ajuda a entender na educação
  18. A defasagem
  19. Qual a relação das tics com a violência juvenil?
  20. A cultura da simulação
  21. Realidade vivida e realidade virtual
  22. O risco da conformidade
  23. Simbiose homem/máquina

    A sociedade digitalizada

  24. As mudanças no estatuto social da informação
  25. A informação como moeda de troca
  26. As tics e a obsolescência da informação
  27. O que são as tics?
  28. Como compreende os impactos das tics na sociedade
  29. O que as pessoas fazem com os artefatos técnicos?
  30. Modificação: virtualidade da técnica ou opção política da sociedade?
  31. Ser virtual, ser rede - segundo a lógica da indústria cultural
  32. - "Quais as novas finalidades sociais da educação formal e não formal?
    - "Qual a escola que queremos?"
    - Que competências são necessárias para formar o cidadão do 3º milênio e seus professores?

    Tecnologias e educação

  33. A educação - crescimento em número e complexidade
  34. Qual o perfil do novo indivíduo e do trabalhador?
  35. Qual a ênfase nas mudanças da educação?
  36. A formação do indivíduo autônomo
  37. Os campos emergentes
  38. A questão do deslumbramento
  39. As pressões e as reações dos professores
  40. Os "ligados" e os resistentes
  41. Visão tecnocêntrica e antropocêntrica

    Mediatização: da tecnologia à comunicação educacional

  42. A mediatização das mensagems pedagógicas
  43. Os problemas da mediatização
  44. O que é mediatizar...
  45. ... do ponto de vista da produção de materiais pedagógicos
  46. ... da concepção das unidades dos cursos
  47. Os desafios da mediatilização
  48. As características da mediatização

    Novos professores, outros alunos

  49. Modos de aprendizagem mediatizada
  50. O papel do professor
  51. Aspectos cognitivos relacionados à autodidaxia
  52. - "Como utilizar a imagem como fonte de saber?"
    - "Como integrar este novo conhecimento adquirido pelos jovens frente às muitas telinhas?"
    - "A competência específica de leitura de imagens e sinais eletrônicos"
  53. A autodidaxia como característica dos modos de aprendizagem
  54. Andragogia, sociologia.
  55. O professor coletivo
  56. Ciberexcluídos - cibernáufragos

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mídia Educação - Cap 1- A mediação escolar indispensável para a cidadania - Belloni

Tópicos abordados:

Autodidaxia[1]: novos modos de aprender
  1. Autodidaxia
  2. A formação do cidadão competente
  3. O desafio de Mc Luhan - como e o quê se aprende por intermédio das mídias
  4. O que a criança consome
  5. Os hábitos do telespectador
  6. As aptidões desenvolvidas pelas crianças que assistem muita TV
  7. As capacidades cognitivas desenvolvidas pelas crianças
  8. A comparação entre a TV, os games e as TICs
  9. O que a autonomia no conato com as mídias provoca
  10. Os riscos
  11. O impacto do avanço tecológico sore os processos e instituições sociais
  12. Os desafios - intervenção x reflexão
  13. O perfil do público: utilizador ou consumidor?
  14. O papel da escola

    Dupla dimensão da integração das TICs na educação: mídia-educação e comunicação educacional

  15. Questões:
  16. - "Como a instituição escolar vai lidar com este novo desafio?
    - Como compreender os impactos muito fortes e específicos do avanço tecnológico neste campo, sobre processos e instituições relativos às estruturas simbólicas da sociedade: educação, comunicação, lazer, imaginário, cultura?"
  17. As megatendências:
    - demandas educacionais ampliadas
    - convergência dos paradigmas presencial e a distância
    - transformação nos papéis: professor coletivo e multicompetente - estudante autônomo
    - integração das tecnologias
    - mediatização do processo de ensino-aprendizagem
  18. Dimensões a serem consideradas:
    - ferramentas pedagógicas
    - abordagens criativas, críticas e interdisciplinares
  19. Novas áreas de estudo e pesquisa:
    - Mídia educação ou educação para as mídias
    - comunicação educacional ou educomunicação

    Por que ensinar as mídias?

  20. Len Masterman (1993) aponta 7 razões principais:
    - consumo
    - importância ideológica
    - gestão da informação nas empresas
    - mídia nos processos democráticos
    - comunicação visual
    - compreensão da época pelos jovens
    - privatização das tecnologias da informação
  21. O papel da escola no combate às desigualdades sociais
  22. Como a instituição escolar irá responder a este desafio?

[1] Autodidaxia: segundo Houaiss, mesmo que autodidatismo -
1
ato de estudar e adquirir instrução por si mesmo, dispensando a orientação de professores
2 qualidade de autodidata

sábado, 3 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Desafios do profissional de Design Instrucional/Desenhista Educacional

Fonte: 15ª CIAED - 2009
- Áudio com dois profissionais DIs – Alain e Ficiano:
Disponível em: http://fm-openlearn.open.ac.uk/fm/fmm.php?pwd=aa0fa4-8843. Acesso: 30/9/09.

sábado, 26 de setembro de 2009

Garagem - Oportunidades disfarçadas



Ih! Preciso me mudar para uma casa,,, com garagem.

sábado, 5 de setembro de 2009

Pulga - Reclame por um mundo melhor



Comercial contra o Aquecimento Global criado pela agência Fischer América para o Projeto Reclame por um Mundo Melhor do programa Reclame, Multishow. Criação Flávio Casarotti e Pedro Cappeletti

Já fez sua parte hoje?

Amor além das fronteiras da vida - Doação



Como explicar certas ligações?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tolerância



O que fazer?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

1 - Matriz de Competências - Introdução e PPP


Problematização do texto



Introdução
  1. Quando uma lei federal apresentou um artigo que tratava da Educação Profissional?
  2. Quando houve a regulamentação?
  3. Como surgiu a estruturação por Eixo Tecnológico?
  4. Qual o impacto na instituição?
  5. Por que aprofundar os estudos para as matrizes de competência?
  6. Qual a metodologia?
  7. Quais os eixos prioritários?
  8. Qual o objetivo?
  9. O que pode ocorrer no estudo?
  10. Como trabalhar então?

    2. Projeto Político Pedagógico
    2.1. Conceito
  11. Quais as naturezas que regulam os referenciais da EP do Senac?
  12. O que propunha o referencial de 2004? Qual a ênfase?
  13. O que é o PPP? Como entender?
  14. Qual a síntese?
  15. Em que o PPP deve se apoiar?
  16. Em que o PPP deve se constituir?
  17. Como o PPP deve ser construído?
  18. Qual o conceito de PPP?

    2.2 Princípios norteadores
  19. Que questões considerar?
  20. Quais as indagações a serem feitas?
  21. Quais são os princípios norteadores?
  22. Quem deve participar da construção do PPP?

    2.3 Estrutura
  23. O que considerar na estruturação do PPP?
  24. O que há no contexto global?
  25. O que considerar no contexto local?
  26. O que considerar na legislação?
  27. O que considerar quanto aos pressupostos educativos?

    2.4 Configuração do Projeto Político Pedagógico
  28. Em que bases configurar o PPP?
  29. Quais os novos requisitos profissionais?
  30. Quais são os novos valores e princípios do ensino-aprendizagem? O que objetiva?
  31. De onde vem as decisões? Como se caracterizam?
  32. O que se espera do PPP?
  33. Como facilitar o processo?
  34. Quais as característias do PPP?
  35. Quais os tópicos do PPP a serem considerados?
  36. Qual a diferença entre o PPP e o currículo?
  37. Qual o conceito de currículo, segundo Sacristan?

Leitura feita no durante o trajeto Fortaleza/Brasília - voo 1999

Grupo de estudo sobre matriz de competência do Senac.
Veja também:
2 - Matriz de Competências - Currículo

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

As 3 dimensões da cultura

As três dimensões da cultura
Disponível em: http://www.cultura.gov.br/site/credenciamento-de-pareceristas/as-tres-dimensoes-da-cultura/
Acesso: 5/8/09

contribuição a amiga Virgínia Rodrigues

domingo, 19 de julho de 2009

Organizador de eventos - Teleaula - Senac/CE

video

Parte da aula piloto produzida pelo Senac/CE
Projeto de EAD e uso das tecnologias digitais para a inclusão.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Pluralidade Cultural - PCN - Parte 1a (continuação)

Pluralidade Cultural - PCN - Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pluralidade.pdf. Acesso: 24/06/09.

Parte 1a - Tópicos abordados:

Contribuições para o estudo da Pluralidade cultural no âmbito da escola

Fundamentos éticos
Conhecimentos jurídicos
Conhecimentos históricos e geográficos
Conhecimentos sociológicos
Conhecimentos antropológicos
Linguagens e representações
Conhecimentos populacionais
Conhecimentos psicológicos e pedagógicos

Ensino e aprendizgem na perspectiva da pluralidade cultural

Ensinar pluralidade cultural ou viver pluraridade cultural?
Objetivos gerais para o ensino fundamental

domingo, 5 de julho de 2009

Pluralidade Cultural - PCN - Parte 1

Pluralidade Cultural - PCN - Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pluralidade.pdf. Acesso: 24/06/09.

Parte 1 - Tópicos abordados:

Introdução:
  1. Quais os temas associados à pluralidade?
  2. Como o estudante deve conhecer o Brasil?
  3. Qual o significado de valorizar as diferenças étnicas e culturais?
  4. Qual a relação da diversidade com a identidade nacional?
  5. Qual a distinção entre diversidade cultura e desigualdade social?
  6. O que é diversidade cultural?
  7. O que é desigualdade social?
  8. O que levar em consideração quando se fala de discriminação?
  9. Qual a relação com exclusão?
  10. O que é brasilidade?
  11. O que se almeja com a pluralidade cultural?

    Justificativa

  12. Como se caracterizam os estereótipos?
  13. Como se manifesta o preconceito e a discriminação?
  14. Como as comunidade étnicas reagiram?
  15. Qual a eficácia da legislação?
  16. Como proceder com o processo educacional?
  17. Por que é importante ter ciência da característica plural do Brasil?
  18. O que é preciso reconhecer na escola?
  19. Como lidar no espaço escolar?
  20. Por que a escola é um espaço propício para o desenvolvimento do tema?
  21. Qual o processo da percepção?
  22. Qual o ruído que pode surgir?
  23. Qual a solução para evitar o ruído?

    Estado atual dos trabalhos com a temática

  24. Qual a proposta da ONU?
  25. Qual o cenário brasileiro?
  26. Qual a situação dos estudos?
  27. Quais são as dificuldades?

    Caracterização do tema

  28. Quais as características brasileiras?
  29. Qual a relação de pertencimento do indivíduo a essas características?
  30. Qual a influência das diferenças?
  31. O que se evidencia no processo migratório?
  32. O que tem acontecido na vida brasileira?
  33. Quais as evidências históricas no Brasil?
  34. O que buscavam as ações oficiais?
  35. Qual a idéia veiculada na escola?
  36. Qual é a idéia do mito do Brasil "de braços abertos"?
  37. Qual a consequência desse período?
  38. O que há por trás do "aluno médio"?
  39. Qual a expectativa de desempenho de alunos das camadas menos favorecidas?
  40. Como algumas doutrinas pedagógicas contribuíram para acentuar as atitudes discriminatórias?
  41. Como o equívoco se proliferou?
  42. Que medidas podem reverter esse quadro?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Plurarislimo - algumas fontes para pesquisa

Pluralismo - PCN - Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pluralidade.pdf.
Acesso: 24/06/09.

Educação: Pluralidade, Ética e Competência na Formação Profissionalizante Continuada
dos Educadores
. Disponível em: http://www.hottopos.com/vdletras7/monica.htm. Acesso: 24/06/09.

Pluralidade cultural: desafio é educação no Brasil-
Jose Antonio Vasconcelos
Disponível em: http://www.profissaomestre.com.br/php/verMateria.php?cod=1362.

Multiculturalismo - Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Multiculturalismo.





domingo, 14 de junho de 2009

Transposição didática - algumas referências

Retirado do trabalho de Rafaela Rejane Samagaia, Fernando Meira Júnior e Alesandor Labres.
Disponível em http://www.fsc.ufsc.br/~inspb/transp3.html. Acesso: 14/06/09.

INTRODUÇÃO

A transposição didática é um instrumento, através do qual analisamos o movimento do saber sábio (aquele que os cientistas descobrem) para o saber a ensinar( aquele que está nos livros didáticos) e através deste, ao saber ensinado (aquele que realmente acontece em sala de aula).

Este termo foi introduzido em 1975 pelo sociólogo Michel Verret e rediscutido por Yves Chevallard em 1985 em seu livro La Transposition Didatique onde mostra as transposições que um saber sofre quando passa do campo científico para a escola e alerta para a importância da compreensão deste processo por aqueles que lidam com o ensino das disciplinas científicas.

Chevallard conceitua "Transposição Didática" como o trabalho de fabricar um objeto de ensino, ou seja, fazer um objeto de saber produzido pelo "sábio" (o cientista) ser objeto do saber escolar.

E é exatamente isto que deveremos fazer em nosso trabalho.

Esta é para nós, a etapa mais importante de todo o projeto, além, é claro, da aplicação. Isto porque não há, pelo menos entre as bibliografias que encontramos, material acessível e disponível em linguagem de segundo grau sobre astrofísica. Muitos dos que vimos são lindamente recheados de contas mas que a um aluno deste nível, tornar-se-iam inacessíveis e cansativos. Outros traziam apenas o conceito de modo simples. Simples demais. Pobre e segmentado eu diria. Não tinham compromisso com a formação, apenas com a informação e também não era isso que queríamos.

Então, vamos preparar um material didático, que trate de todos os assuntos que escolhemos de maneira conveniente. Talvez, para alguns, seremos simples demais e omitiremos por vezes detalhes que sabemos serem importantes. No entanto, gostaria de lembrar a estes, que não se pode abraçar o mundo. Não estamos nos comprometendo a formar miniaturas de astrônomos. Apenas desejamos clarear um pouco, e enriquecer mais um pouco, as idéias que as pessoas comuns tem sobre um assunto interessante. Sem perder de vista, que queremos sim formar, e é isto que dará a seriedade necessária a nosso trabalho. Desejamos ser sempre otimistas quanto a capacidade de cada um de nossos alunos e, neste sentido, faremos contas para comprovar nossos discursos. Se for para pecarmos, que seja por profundidade demais e nunca de menos, afinal, como já dizia Kafka, é preciso visar mais alto para acertar o alvo.

[...]

Outras leituras:
Livros:
  • Transposição didática: por onde começar? Geraldo Peçanha de Almeida - Editora Cortez - 71 págs.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mercado de trabalho - Escritório doméstico



Qual o limite entre o trabalho e o lazer?
Que mudanças a invasão da tecnologia criou para a vida do homem moderno?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Trabalho em equipe



Valeu Bruno! Grata pela indicação.

sábado, 16 de maio de 2009

Avaliação da Aprendizagem Escolar - Luckesi

Avaliação da Aprendizagem Escolar
Cipriano Luckesi

  1. Avaliação da Aprendizagem Escolar: apontamentos sobre a pedagogia do exame
    - atenção na promoção
    - atenção nas provas
    - os pais estão voltados para a promoção
    - o estabelecimento de ensino está centrado nos resultados das provas e exames
    - o sistema social se contenta com as notas obtidas nos exames
    - Desdobramentos na relação professor aluno:
    * provas para reprovar - os professores elaboram provas para provar e não para auxiliá-los na aprendizagem
    * pontos a mais e pontos a menos - qual a relação efetiva da aprendizagem quando se atribui um ponto para a entrega da atividade? ela está ligada a um determinado conteúdo?
    * uso da avaliação da aprendizagem como disciplinamento social dos alunos - prova como ameaça
    - Explicações:
    Vem das pedagogias dos séculos XVI e XVII, no processo de emergência e cristalização da sociedade burguesa e perduram até hoje.
    * pedagogia jesuítica - bancas examinadoras, procedimentos de exames
    * pedagogia comeniana - educação como centro de interesse da ação do professor.
    * a sociedade burguesa - seletividade escolar e processos de formação de personalidades dos educantes
    - Fetiche: a avaliação por meio de provas e exames tornou-se um fetiche.
    * A avaliação é praticada independente do processo ensino-aprendizagem.
    * Nem sempre se leva em consideração o que foi ensinado.
    * Não é uma oportunidade de aprendizagem significativa, mas sim de prova de resistência do aluno aos ataques do professor.
    * Os números são mais fortes do que a relação professor-aluno.
    * A relação entre sujeitos passa a ser uma relação entre coisas: as notas.

    - Medo: é um fator importante no processo de controle social. O castigo é o instrumento gerador do medo, seja ele explícito ou velado. É um castigo sutil - psicológico.
    * A avaliação da aprendizagem nas escolas tem exercido um papel
    - Consequências da pedagogia do exame:
    * pedagogicamente - centraliza a atenção no exame e não auxilia a aprendizagem dos estudantes.
    - não subsidia a decisão da melhoria da aprendizagem
    * psicologicamente - desenvolve personalidades submissas
    - o fetiche inviabiliza tomar a realidade como limite da compreensão e das decisões da pessoa.
    - padrões internalizados em função dos processos de avaliação escolar têm sido quase todos negativos
    * sociologicamente -

sábado, 11 de abril de 2009

sábado, 14 de março de 2009

Diversidade étnico-cultural

Se o mundo fosse uma vila de 100 pessoas...

Multiculturalismo



  • Quais as expressões das diversas culturas?
  • Como elas influenciam a sua vida?

Colores del mundo



- Quando e onde a multicultura se evidencia?

Aquecimento Global - Reclame



Captou a mensagem? O que você faz para manter o seu lar?

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Consumo consciente - Desperdício - Akatu

Material e vídeo sobre consumo consciente e desperdício.

Vídeo disponível em: http://www.akatu.org.br/akatu_acao/campanhas/1-3-de-tudo-que-voce-compra-vai-direto-para-o-lixo/filme-30-para-tv-e-cinema/at_download/file
Acesso: 14/2/09

Matéria disponível em: http://www.akatu.org.br/akatu_acao/campanhas/1-3-de-tudo-que-voce-compra-vai-direto-para-o-lixo/1-3-de-tudo-que-voce-compra-vai-direto-para-o-lixo
Acesso: 14/2/09.

Comunicação direta - Placas nas vias públicas

O que as placas afixadas nas cidades expressam?
  • Cultura popular
  • Sentimentos
  • Humor
  • Preconceito
Veja alguns exemplos no link (clique com o botão direito para visualizar em uma outra janela) e tire suas conclusões?

Disponível em: http://www.flickr.com/groups/pracorrivi/pool/
Acesso: 14/2/09

Que lições aprender?

Quer saber mais? Procure conceitos sobre Estereótipos, Representação, Ideologia, entre outros. Alguns você encontra neste blog.

sábado, 3 de janeiro de 2009

A visão do estudante hoje



Professor, como você organiza o conteúdo?

Informação e (r)evolução



Como você organiza o seu conhecimento?

Muito além do texto



Como você estuda? Aprende? Ensina?

Estudantes do século XXI



E aí professor? Como vai a sua formação?

Os Avanços da Avaliação no século XXI - Thereza Penna Firme

Os Avanços da Avaliação no século XXI - Thereza Penna Firme

Disponível em: http://www.cenpec.org.br/modules/editor/arquivos/c8a0633f-4d01-eae6.pdf. Acesso: 3/1/09