O que é um ambiente digital?
Quais as propriedades dos ambientes digitais?
Quais os elementos das narrativas digitais?
Quais as recomendações para o design instrucional de recursos educacionais no contexto dos ambientes digitais?
O artigo Design de recursos educacionais acessíveis: propriedades e elementos das narrativas digitais (PRIMO; GONÇALVES; ULBRICHT, 2017) propõe recomendações para o design instrucional de recursos educacionais acessíveis (REAs). Elas foram elaboradas a partir da análise de quatro REAs, utilizando o método Close Reading sob a lente da taxonomia das narrativas digitais de Nora Paul e das propriedades dos ambientes digitais de Murray.
PRIMO, Lane; GONÇALVES, Berenice; ULBRICHT, Vânia. Design de recursos educacionais acessíveis: propriedades e elementos das narrativas digitais, p. 496-507 . In: CINAHPA 2017 - Congresso Internacional de Ambientes Hipermídia para Aprendizagem. São Paulo: Blucher, 2017.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/16ergodesign-0050
Espaço para registro de experiências no estudo das Mídias na Educação de Lane Primo aberto a comentários, contribuições e sugestões.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
domingo, 17 de setembro de 2017
Mundo ficcional, transmídia e educação - qual a relação?
O que é poética?
Como a transmídia pode contribuir para a educação?
Como explorar o mundo ficcional de um artefato transmídia para criar oportunidades a serem utilizadas em situações de aprendizagem?
Tais questões são abordadas no artigo Potencialidades da poética transmídia para auxiliar o planejamento educacional e o design instrucional (PRIMO; FADEL; ULBRICHT, 2017) que investiga características da poética transmídia no mundo ficcional da novela digital Inanimate Alice, utilizando o método Close Reading. Os resultados podem auxiliar professores no planejamento didático de situações de aprendizagem e também designers instrucionais no desenvolvimento de projetos educacionais, utilizando a transmídia.
PRIMO, Lane; FADEL, Luciane Maria; ULBRICHT, Vânia. Potencialidades da poética transmídia para auxiliar o planejamento educacional e o design instrucional, p. 412-425. In: CINAHPA 2017 - Congresso Internacional de Ambientes Hipermídia para Aprendizagem. São Paulo: Blucher, 2017.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/16ergodesign-0042
Como a transmídia pode contribuir para a educação?
Como explorar o mundo ficcional de um artefato transmídia para criar oportunidades a serem utilizadas em situações de aprendizagem?
Tais questões são abordadas no artigo Potencialidades da poética transmídia para auxiliar o planejamento educacional e o design instrucional (PRIMO; FADEL; ULBRICHT, 2017) que investiga características da poética transmídia no mundo ficcional da novela digital Inanimate Alice, utilizando o método Close Reading. Os resultados podem auxiliar professores no planejamento didático de situações de aprendizagem e também designers instrucionais no desenvolvimento de projetos educacionais, utilizando a transmídia.
PRIMO, Lane; FADEL, Luciane Maria; ULBRICHT, Vânia. Potencialidades da poética transmídia para auxiliar o planejamento educacional e o design instrucional, p. 412-425. In: CINAHPA 2017 - Congresso Internacional de Ambientes Hipermídia para Aprendizagem. São Paulo: Blucher, 2017.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/16ergodesign-0042
Marcadores:
close reading,
narrativa,
planejamento didático,
taxonomia de Bloom revisitada
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Acessibilidade no ambiente virtual de aprendizagem Moodle... (Primo, Ulbricht e Fadel, 2017)
Vídeo da Apresentação do artigo Accessibility in the Virtual Learning Environment Moodle Identification of Problems’ Class - Acessibilidade no ambiente virtual de aprendizagem Moodle - Identificação de classe de problemas.
Acessibilidade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (Primo, Ulbricht e Fadel, 2017)
Artigo original disponível em https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-56538-5_58
Experiências de Aprendizagem de Estudantes Cegos ... (Sombrio, Primo, Ulbricht e Villarouco, 2016)
Vídeo da Apresentação do artigo Blind Students’ Learning Experiences Challenges and Opportunities in Design for Inclusion - “Experiências de Aprendizagem de Estudantes Cegos – Desafios e Oportunidades no Design para a Inclusão.
Autoras: Graziela Sombrio, Lane Primo - alunas de doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, da Universidade Federal de Santa Catarina, Professora Vânia Ulbricht, da mesma Universidade, e Professora Vilma Villarouco, da Universidade Federal de Pernambuco.
Artigo original disponível em https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-31232-3_104.
Autoras: Graziela Sombrio, Lane Primo - alunas de doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, da Universidade Federal de Santa Catarina, Professora Vânia Ulbricht, da mesma Universidade, e Professora Vilma Villarouco, da Universidade Federal de Pernambuco.
Artigo original disponível em https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-31232-3_104.
domingo, 2 de outubro de 2016
O Que é um autor? - Santaella (2007) - mapa
7.1 O que é um autor? (SANTAELLA, 2007)
A ideia central do tópico é discutir a autoria no contexto
das tecnologias interativas. Entretanto o tema está inserido na discussão mais
ampla do capítulo que trata sobre o estilo na cultura pós-humana.
O texto foi escrito para os estudiosos da Comunicação e suas
relações com o mundo digital, relevante para diversas áreas, entre elas,
Sociologia e Tecnologia. O tema é atual, as provocações contribuem para a
reflexão sobre as transformações no processo de autoria.
A autora argumenta a necessidade de novas competências para
o mundo digital uma vez que a autoria deixa de ser individual para ser
coletiva.
A autora apresenta a caracterização das funções de autor de
acordo com uma linha histórica do Romantismo até o século XX na visão de
Foucault; os problemas de autoria nas mídias, na visão de Foucault e Barthes e
exemplos das novas escrituras.
O texto está organizado em três tópicos: (1) O que é o
autor?, (2) A morte do autor e (3) Autorias coletivas e públicas. O primeiro discute
as funções do autor, as diferenças no reconhecimento da autoria no campo
literário e no campo científico. No segundo, discute a crise da autoria a partir
da escrita, atribuindo uma visão funcionalista que delimita, exclui e seleciona
o que impede a livre circulação. A autora sinaliza os problemas de autoria
presentes nas mídias digitais que foram antecipados por Foucault e Barthes nos
anos 1970. Ela sinaliza também que a liberdade da ficção começa a aparecer nos
jogos digitais de RPG (MMORPG) no qual aparecem universos e realidades
ficcionais, independente dos usuários estarem conectados ou não. Por fim, no
terceiro, discute as tecnologias e dispositivos inteligentes. A digitalização
possibilitou novas formas de escrita que passou a ser colaborativa, cooperativa
e multidisciplinar visto que envolve cientistas, artistas e técnicos no
processo para a construção de uma história.
Santaella a partir das funções do autor e das mudanças ao
longo do tempo desenha as transformações no papel do autor e na caracterização do
que é obra, provocadas pela interatividade e pelo relacionamento bidirecional onde
produtor e espectador remixam a obra. A comparação da estrutura do cinema que
envolve artistas e técnicos foi bem esclarecedora para transpor a ideia para o
mundo digital.
Como pontos positivos, a visão histórica permitiu a
compreender da origem das regras de propriedade de autoria. As questões de Autoria
coletiva e pública possibilitou criar ligações com as propriedades dos
ambientes digitais (MANOVICH, 2001; MURRAY, 2003) e dos processos
coletivos de produção (MANOVICH, 2005; JENKINS; GREEN; FORD, 2014) .
Como ponto negativo, aponto a minha fragilidade para o
estilo de escrita da Santaella. Em alguns momentos tenho dificuldades para
traçar uma linha de entendimento. Preciso retomar várias vezes, mas acredito
que com a prática poderei melhorar esse aspecto.
Para o meu trabalho no campo da Educação, aplica-se considerar
no design instrucional, o planejamento das situações de aprendizagem que envolvam
criação coletiva. No tecnológico, aplica-se a pensar no desenvolvimento de
recursos e artefatos que propiciem essa construção.
As etapas de realização desta síntese foram: leitura do
texto, elaboração do mapa [O que é um
autor - Santaella] e elaboração do texto seguindo o roteiro de leitura
crítica.
Referências
JENKINS, H.; GREEN, J.; FORD, S. Cultura da Conexão.
Criando valor e significado por meio da mídia propagável. São Paulo: Aleph,
2014.
MANOVICH, L.
Principles of New Media. In: MANOVICH, L. The Language of New Media.
Cambridge MA: MIT Press, 2001. p. 27-48.
MANOVICH, L.
2. Interfaz. In: MANOVICH, L. El lenguaje de los nuevos medios de
comunicación – La imagen en la era digital. Fontrodona. Trad. Oscar Fontrodona.
Barcelona: Ediciones Paidós Ibérica, 2005. p. 111-168.
MURRAY, J. Da
forma aditiva para a expressiva. In: MURRAY, J. Hamlet no Holodeck. São
Paulo: Unesp, 2003.
SANTAELLA, L.
O fim do estilo na cultura pós-humana. In: SANTAELLA, L. Linguagens Líquidas
na Era da Mobilidade. 2ª Reimp 2014. ed. São Paulo: Paulus, 2007. Cap. 2,
p. 468.
sábado, 5 de março de 2016
Métodos de Pesquisa - 1. Fundamentos - mapa das leituras
Leituras:
- Kneller, G. A Ciênca na História. Capítulo 1. pp. 11-35. In: Kneller, G. A ciência como atividade humana. Trad. Antonio José de Souza. Rio de Janeiro: Zahar; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo. 1980.
- Morgan, Gareth. Paradigms, Metaphors, and Puzzle solving in organization theory. In: Administrative Science Quartely. Cornell University. pp. 605-622. 18 p. 1980.
- Appolinário, Fábio. Ciência: uma visão geral. p. 3-14. In: Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. 2ª. Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Transmídia na Educação - link para inclusão - Primo, Ulbricht, Vanzin e Fadel
Transmídia na Educação - link para inclusão
Apresentação de artigo no SiGraDi 2015
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