sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica e suas implicações ... - Cordão

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica e suas implicações na Educação Profissional Técnica de Ensino Médio - Francisco Aparecido Cordão

Em More escolha Full Screen [tela cheia]. Clique seta para visualizar a apresentação.



Artigo disponível em: http://www.senac.br/BTS/373/artigo4.pdf
Acesso: 13/1/12

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O Envelhecimento Populacional... - Lúcia Helena de Freitas Pinho França

O Envelhecimento Populacional e seu Reflexo nas Organizações:
A Importância da Educação ao Longo da Vida

Lúcia Helena de Freitas Pinho França

Clique no mapa para acessar a versão pdf

Link

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Facebook - Mundo SA - reportagens

Reportagens:
  • Facebook abre escritório no Brasil e investe como ferramenta de negócios.
    Disponível em: http://g1.globo.com/videos/globo-news/mundo-sa/t/todos-os-videos/v/facebook-abre-escritorio-no-brasil-e-investe-como-ferramenta-de-negocios/1696849/ - [link]
    Acesso: 27/11/11
  • Entrevista com o criador do Facebook
    Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=lncBoscrh9M&feature=youtube_gdata_player - [link]

domingo, 6 de novembro de 2011

Desenvolvimento de pessoas para a sustentabilidade:... Arruda & Quelhas

Introdução
1. Qual a realidade das empresas brasileiras?
2. O que se observa?
3. Qual o desafio para as empresas?
4. Qual o caminho?
5. Qual o objetivo do artigo?

Referencial teórico
O discurso do desenvolvimento sustentável: em busca de suas origens
6. Paradigma capitalista de produção
7. Qual a discussão?
8. Matrizes do desenvolvimento sustentável
9. Estocolmo x Sachs (preservação x ecodesenvolvimento)
10. Qual o marco do ecodesenvolvimento?

Modernas práticas de lidar com sustentabilidade
11. Práticas para lidar com a sustentabilidade
12. Ecoeficiência
13. Produção do bem comum
14. Norma internacional de responsabilidade social

O contexto histórico brasileiro da sustentabilidade
15. Impacto no Brasil
16. Exemplos

Gestão de pessoas em empresas sustentáveis
17. Características das organizações humanas
18. Contradição - modelo da economia do conhecimento
19. Mitos e verdades do capital intelectual
20. Reestruturação - qualificação x competências

Envolvimento dos colaboradores: o indivíduo e o profissional
21. Objetivos pessoais x profissionais
22. Necessidades humanas x ambiente organizacional
23. Níveis de análise de comportamento
25. Possíveis mudanças

Procedimentos metodológicos
26. Processo de análise dos resultados
27. Caracterização da amostra
28. Delimitação da pesquisa

Resultados e análises
29. Destaque processo de escolha do gestor - modelo de governança
30. Relatórios de sustentabilidade
31. Políticas de sustentabilidade
32. Remuneração variável - política
33. Gestão de pessoas - política
34. Qual a implicação de se implementar uma política de sustentabilidade?
35. Ações identificadas
36. Senso de propósito comum

Considerações finais



Disponível em: http://www.senac.br/BTS/372/artigo3.pdf
Acesso: 6/nov/2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mapa: 6. Sistemas Inteligentes Semióticos segundo a ... - Gudwin & Gomide

Sistemas Inteligentes Semióticos segundo a Semiótica Behaviorista de Charles Morris
Ricardo R. Gudwin e Fernando A.C. Gomide

Clique na imagem para acessar o mapa em pdf


1. Introdução
  1. O que é semiótica?
  2. Como evoluiu o estudo?
  3. A que o estudo é direcionado?
  4. Qual a relação entre a teoria geral dos signos e os sistemas artificiais?
  5. Em que consistiria a formalização?

    2. Processo Sígnico
  6. Qual a definição de semiosis?
  7. Como se pode entender um signo?
  8. Qual o conceito de sistema inteligente?
  9. Quais são os termos e suas funções dentro de um processo sígnico?
  10. O que é necessário para iniciar um processo sígnico?
  11. Explique o que é contexto
  12. O que é o objeto?
  13. O que é um interpretante?
  14. Quais as dimensões do interpretante?
  15. Como se dá a efetivação de um processo sígnico?
  16. Como varia a complexidade da função da interpretação?
  17. Como pode ser a ligação do interpretante com a saída do sistema?
  18. Qual a característica do módulo perceptivo?

    3. O Interpretante
  19. Qual o papel do interpretante?
  20. Como o interpretante atua nas diversas dimensões?
  21. Quais as influências? Onde está a complexidade?
  22. O que é o conteúdo nas diversas dimensões?
  23. Quais as comparações possíveis?
  24. Quando a representação se torna complexa?
  25. Qual o problema básico a ser resolvido?
  26. Qual o método que permite a realização?
  27. Em que casos os signos geram ou não conteúdos?

    4. Ícones, Índices e Símbolos
  28. Qual a classificação mais relevante dos signos? A que está vinculado?
  29. Como estão divididos?
  30. Qual a diferença entre eles?
  31. Qual a característica de um ícone?
  32. Qual a relação da codificação das informações nesse processo?
  33. De que forma acontece o processo de interpretação? O que acontece com certas combinações?
  34. Qual a característica de um símbolo?
  35. Quais são as fases de interpretação de um símbolo?
  36. Qual o aspecto interessante na interpretação do símbolo?
  37. Quando o modelo encontra dificuldades?
  38. Qual a característica do índice?
  39. Qual a definição do índice?
  40. Que exemplo pode ser dado?
  41. O que é a transformação indutiva?
  42. Como se comporta com relação ao índice referencial do desenho de uma seta?
  43. Qual a dificuldade na implementação de um SI?
  44. Que outras transformações indutivas existem?

    5. Uma Implementação
  45. Descrição da implementação
  46. Quando há a evidência de que o neurônio sofreu aprendizado?

    6. Extensões
  47. De que modo o modelo da rede neural pode ser extendido?

    7. Conclusões
  48. Qual a intenção dos autores?
  49. Quais são os problemas que ainda precisam ser equacionados?

Disponível em: [link]
Acesso: 4/10/11